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Ha Mar Tí A

Walber Costa

Estamos debaixo do pecado
Assim como um soldado sob autoridade de um comandante
Ele tem reinado sobre a humanidade
Reside, ou mora em nós
Sua lei opera continuamente em nós

Não quero fechar meus olhos e esquecer da purificação
Não quero que palavras e ações desviem a minha atenção
Não quero esse ciúme ardente
Consumindo todo sacrifício

Volte a fazer o bem
Pois ele está agachado à entrada
E o seu desejo arde
Você não conseguirá dominá-lo
Ele lhe alcançará
Quem poderá enganar?

Não quero fechar meus olhos e esquecer da purificação
Não quero que palavras e ações desviem a minha atenção
Não quero esse ciúme ardente
Consumindo todo sacrifício

Você nasceu no céu, eras desconhecidas
Sua árvore assassina, confiou em palavras e foi seduzido
Deu à luz no seu coração e na sua mente
Sua vergonha e insegurança
Mesmo quando tento fazer o que é certo
Habita em mim o fazer pelo que é errado

Não quero fechar meus olhos e esquecer da purificação
Não quero que palavras e ações desviem a minha atenção
Não quero esse ciúme ardente
Consumindo todo sacrifício

O particípio do presente ativo
O presente linear

Composição: Walber Costa