Procura amor, novas formas, novas saídas
Pra tentar me derrubar de vez
Mas não tem como levar minha esperança
Se eu nem tenho mais o que perder
Olha só no que eu ainda me seguro
Segurança que pode desabar
Sem mudança, sem nenhum contraste
Num mar bravo, sem rumo pra voltar
Meu corpo segue, mas minha alma insiste
É no erro que eu ainda espero
Na tempestade que eu vou resistir
É dali que vem a força viva
Nessa prisão, nesse exílio
Histórias marcadas no chão
Por caminhos nunca antes trilhados
Entre guerras e superação
Meu corpo segue, mas minha alma insiste
É no erro que eu ainda espero
Na tempestade que eu vou resistir
É dali que vem a força viva
Mas também não existe sofrimento
Onde a esperança já morreu
É nesse ponto que eu me encontro
Amor é um mal que nem se vê
Meu corpo segue, mas minha alma insiste
É no erro que eu ainda espero
Na tempestade que eu vou resistir
É dali que vem a força viva
Tudo volta ao pó, como foi feito
Tudo está debaixo de seus pés onde deito
Como a mata acaba e ainda continua virgem?
Como os homens fazem as suas próprias origens?