Labyrinths
I turn to myself , to look for remains of time
My past gives birth to torsos of dead hours of mine
Present brings abortion-days into this nameless world
Devoured rotting flesh of my unspoken words
I can feel the walls the maze of smiles of fake
Built of blows of mine I can feel the walls leads my steps astray
Mutants of birth and breeding-sharp fangs to hire
Ariadne's thread made of barbed wire
Doors open to Nowhere, beyond invisible sill
Walls of deranged concepts keep on growing still
Labirintos
Eu me viro pra mim, pra buscar restos do tempo
Meu passado dá vida a torsos de horas mortas minhas
O presente traz dias de aborto pra esse mundo sem nome
Carne podre devorada das minhas palavras não ditas
Eu consigo sentir as paredes, o labirinto de sorrisos falsos
Construído de socos meus, eu consigo sentir as paredes desviando meus passos
Mutantes de nascimento e criação - presas afiadas pra alugar
O fio de Ariadne feito de arame farpado
Portas se abrem para Lugar Nenhum, além do batente invisível
Paredes de conceitos insanos continuam crescendo ainda