Cry of Nowhere
Down to the ruins, being pulled
Between the rotten smell
Tension transcends insanity
Invading through the cracks
The shadow is here, come now
The shadow calls for more
Squeezing each ray of light
Non-existence is the way
My fragmented soul I see
Dripping down to the abyss
Darkness growing concrete
Emerges to dominate
We're now a single entity
Pain and deconstruction are only consequences
A collapse points to the unavoidable
The age of emptiness starts here
Pleasure and pain are no longer defined
The creaking of the bones start the prelude
Dark powers are mixed and fed
Through the anguish raising its domain
Grito de lugar nenhum
Até as ruínas, sendo puxado
Entre o cheiro podre
A tensão transcende a insanidade
Invadindo pelas fendas
A sombra está aqui, venha agora
A sombra pede mais
Comprimindo cada raio de luz
A não existência é o caminho
Minha alma fragmentada eu vejo
Gotejando para o abismo
Escuridão crescendo concreto
Emerge para dominar
Agora somos uma entidade única
Dor e desconstrução são apenas consequências
Um colapso aponta para o inevitável
A era do vazio começa aqui
Prazer e dor não são mais definidos
O rangido dos ossos inicia o prelúdio
Os poderes das trevas são misturados e alimentados
Através da angústia elevando seu domínio
Composição: Rafael Oliveira, Renan Roveran, Rodolfo Nekathor, Roger Costa