A escola de samba superou um jejum de 22 anos para se consagrar campeã do Carnaval carioca pela nona vez na história.
A escola fez uma homenagem ao cangaço e a Lampião e Maria Bonita, emocionando espectadores do Brasil inteiro com um desfile impecável.
Foto: Ismar Ingber/Riotur
A filha do casal de cangaceiros, Expedita Ferreira, desfilou no quinto carro alegórico no auge de seus 90 anos de idade!
Foto: Talita Duvanel
O samba-enredo da escola de Ramos apostou na literatura de cordel para especular o que poderia ter acontecido com Lampião após sua morte, em 1938.
Foto: Ismar Ingber/Riotur
A bateria de Mestre Lolo foi reforçada com triângulos e zabumbas para contar a história do cangaço e de seus maiores expoentes.
Foto: Ismar Ingber/Riotur
O samba-enredo da Imperatriz Leopoldinense convidou o espectador a um exercício de imaginação sobre Lampião: herói ou vilão? Céu ou inferno?
Foto: Ismar Ingber/Riotur
A música fez uma viagem no tempo até o começo do século XX, compondo um samba que apresenta logo de cara a identidade do cangaço.
Foto: Ismar Ingber/Riotur
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