Orgasmic Fetid Breath
Can the lifeless newborn child feel
The true essence within animated and unanimated things
Or can this pathetic crawling non-being
Only see through the womb's single purulent eye
Hidden contemptuous sexual existences
Spreading consciousnesses and shattering essences
... The first thing this flesh of abhorrence saw
Was such hideous incestuous eye dripping with blood
Euphorically vomiting life and lies
An anosognosic industry of the I
A biomechanicalized pseudo godlike flood
Tetanized by the enthralling hysterical whispers
Murmured by the unexpected and opening
The carrier of life painfully defecates
What she shall unconsciously scorn and hate
For her eyes got burst as well
By the acid tongue of her own perverted mistress
Thus has gone on the sharing of the enslaved blood
Since ages and through time
Hidden contemptuous sexual existences
Spreading consciousnesses and shattering essences
Smell the orgasmic fetid breath lulling you
How can you think you are?
Hear the raging laughter lulling you
How can you think you are?
Feel the frozen hand lulling you
How can you think you are?
Taste the death milk feeding you
How can you still think you are...
Sopro Fetido Orgástico
Pode a criança recém-nascida sem vida sentir
A verdadeira essência dentro das coisas animadas e inanimadas
Ou esse patético não-ser rastejante
Só consegue ver pelo único olho purulento do útero
Existências sexuais ocultas e desprezíveis
Espalhando consciências e despedaçando essências
... A primeira coisa que essa carne de abominação viu
Foi tal olho incestuoso e horrendo pingando sangue
Vomitanto euforicamente vida e mentiras
Uma indústria anosognósica do eu
Uma inundação pseudo-divina biomecanizada
Tetânica pelos sussurros histéricos e fascinantes
Murmurados pelo inesperado e abrindo
A portadora da vida defeca dolorosamente
O que ela inconscientemente desprezará e odiará
Pois seus olhos também explodiram
Pela língua ácida de sua própria mestra pervertida
Assim continua a partilha do sangue escravizado
Desde tempos imemoriais e através do tempo
Existências sexuais ocultas e desprezíveis
Espalhando consciências e despedaçando essências
Sinta o sopro fetido orgástico te embalando
Como você pode pensar que é?
Ouça a risada ensurdecedora te embalando
Como você pode pensar que é?
Sinta a mão congelada te embalando
Como você pode pensar que é?
Prove o leite da morte te alimentando
Como você ainda pode pensar que é...
Composição: Vladimir Cochet