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Escravos Dentro do Esquema

Wélerson Recalcatti

Slaves Within The Scheme

Locked away for more than six hundred years
Imprisoned in the pages of history’s tears
Princes of darkness, rites were sealed
Chained in fire and iron, concealed

They guard the ancient written creed
From darker times of thought and deed
When minds were safe from wild decay
Held on the edge of yesterday

Monuments now cracked and torn
Temples buried, lost, and worn
Fools march blindly to their fate
They’ve forgotten love and grace too late

It’s like a nightmare with no end
The Sun burns hotter than it ever did
Machines are set to dominate
And human minds are easy bait

Impure desires, freedom’s fake
The world groans under wrath and hate
Visions blur, mouths close tight
No more words, no more light

No more truths left to see
Only endless, blackened sea
Where blood flows more than ocean tides
As hope and prayer slowly subside

The final end is drawing near
Explosions echo, prayers disappear
Each day, faith fades away
Struck down by Satan’s grand display

Demons hide behind the glass
To torture souls as shadows pass
The day will bleed, the sky will dim
Life retreats, the light grows thin

Hate outshines the love once known
Suffering now just seeds that’s sown
Lies have conquered every breath
This generation feasts on death

We are slaves within the scheme
Puppets dancing in a dream
The ghosts are coming can’t you see?
They’ve come to take your soul from thee

The world’s on fire
The dark takes power
It rules your mind
Each waking hour

And maybe the mad
Yes, maybe the mad
Are the only ones
Who won’t go bad

The next great war won’t fight with guns
But in the spirit, when time outruns
Fate is sealed, belief undone
By dukes of discord, kingdom won

Sacrificed to evil's will
By the cage of cyber skill

We are slaves within the scheme
Puppets dancing in a dream
The ghosts are coming can’t you see?
They’ve come to take your soul from thee

Escravos Dentro do Esquema

Trancados por mais de seiscentos anos
Imprisionados nas páginas das lágrimas da história
Príncipes das trevas, rituais selados
Acorrentados em fogo e ferro, escondidos

Eles guardam o antigo credo escrito
De tempos mais sombrios de pensamento e ação
Quando mentes estavam seguras da decadência selvagem
Mantidas na beira de ontem

Monumentos agora rachados e desgastados
Templos enterrados, perdidos e consumidos
Tolos marcham cegamente para seu destino
Esqueceram o amor e a graça tarde demais

É como um pesadelo sem fim
O Sol queima mais quente do que nunca
Máquinas estão prontas para dominar
E mentes humanas são iscas fáceis

Desejos impuros, liberdade falsa
O mundo geme sob ira e ódio
Visões se embaçam, bocas se fecham
Sem mais palavras, sem mais luz

Não há mais verdades a serem vistas
Apenas um mar negro e sem fim
Onde o sangue flui mais do que as marés do oceano
Enquanto a esperança e a oração lentamente se esvaem

O fim final está se aproximando
Explosões ecoam, orações desaparecem
A cada dia, a fé se desvanece
Derrubada pela grandiosa exibição de Satanás

Demônios se escondem atrás do vidro
Para torturar almas enquanto sombras passam
O dia vai sangrar, o céu vai escurecer
A vida recua, a luz se torna fraca

O ódio ofusca o amor que um dia foi conhecido
O sofrimento agora é apenas sementes que são semeadas
Mentiras conquistaram cada respiração
Esta geração se alimenta da morte

Somos escravos dentro do esquema
Fantoches dançando em um sonho
Os fantasmas estão vindo, você não vê?
Eles vieram para tirar sua alma de você

O mundo está em chamas
A escuridão toma o poder
Ela governa sua mente
A cada hora que você acorda

E talvez os loucos
Sim, talvez os loucos
Sejam os únicos
Que não vão se corromper

A próxima grande guerra não será lutada com armas
Mas no espírito, quando o tempo se esgota
O destino está selado, a crença desfeita
Pelos duques da discórdia, reino conquistado

Sacrificados à vontade do mal
Pela jaula da habilidade cibernética

Somos escravos dentro do esquema
Fantoches dançando em um sonho
Os fantasmas estão vindo, você não vê?
Eles vieram para tirar sua alma de você

Composição: Wélerson Recalcatti