Likbør
Bondn før oppstaobeel aolaina han for, ottamaole ra va å aovabøre sto.
utn styvingen fø i huga han va, sjao jite budkapen pao Flo.
Fram om Flatadn han komen va, ai bøsele folkafer han skimta.
Ittekårt dao han skjøna ke so va pao fere,
hildt han seg fø bringao å ba ti vaor Herre.
Ai likbør va pao veg.
Bondn ondrast ken følgje fø va, dao børi kom nerare fekk han svar.
Oppi kjistao laog grandn sin far, likblainke, velstelde, daue han va.
Bondn taig om dinna hiska hendingi, skolde verkle dauen ta grandn sin far?
To nete gjikk å bondn fekk svar,
fø ve kvelda feetabeel henta dauen grandn sin far.
Likbøri stemde. Faren va daue
Caixão
O fazendeiro antes da alvorada, ele se foi, a morte veio pra levar.
Na mente dele, a ideia estava, só queria passar a mensagem pro povo.
Lá na planície ele avistou, e as pessoas da aldeia ele percebeu.
Depois de um tempo, ele entendeu o que estava acontecendo,
se preparou pra enfrentar e pediu ao Senhor.
E o caixão estava a caminho.
O fazendeiro se perguntava quem o seguiria, quando a morte se aproximou, ele teve a resposta.
Dentro do caixão estava seu pai, um corpo pálido, bem arrumado, já sem vida.
O fazendeiro pensou sobre essa estranha situação, será que a morte levaria seu pai?
Duas noites passaram e o fazendeiro teve a resposta,
naquela noite, a morte levou seu pai.
O caixão estava certo. O pai estava morto.