The Queen Of Ur And The King Of Um
Painted statues in underground streams
With invitations to the Pharoah's dream
They stare at themselves, there's a need to be seen
Walking mirrors in the Pharoah's harem
And here they come
The queen of Ur
And the king of Um
Tainted Matthews in car-key relations
Gilt invitations to the blue queen's ball
They stare at themselves, there's a need to be seen
Talking pillars in the blue queen's hall
Fading tatoos of empty stations
Great expectations at Vince's loyal mince
They stare at each other, there's a need to be seen
Crack-head mirrors, licking the soiled mint
Olympic statues from terminal stations
Sifting invitations to the market floor
Steering into the future, it pays to be seen
Polishing mirrors, keeping the score
A babbling gaggle, a scrabbling rabble
Fighting invitations to the emporor's shilling
They stare through themselves, there's nothing to see
Hand-picked recruits for ghostly pursuit
A Rainha de Ur e o Rei de Um
Estátuas pintadas em rios subterrâneos
Com convites para o sonho do Faraó
Elas se encaram, há uma necessidade de serem vistas
Espelhos ambulantes no harém do Faraó
E lá vêm elas
A rainha de Ur
E o rei de Um
Matthews manchados em relações de chave de carro
Convites dourados para o baile da rainha azul
Elas se encaram, há uma necessidade de serem vistas
Pilares falantes no salão da rainha azul
Tatuagens desbotadas de estações vazias
Grandes expectativas na carne moída leal do Vince
Elas se encaram, há uma necessidade de serem vistas
Espelhos de crack, lambendo a menta suja
Estátuas olímpicas de estações terminais
Filtrando convites para o chão do mercado
Dirigindo-se ao futuro, vale a pena ser visto
Polindo espelhos, mantendo a contagem
Um bando tagarela, uma multidão desordenada
Lutando por convites para o dinheiro do imperador
Elas se encaram, não há nada para ver
Recrutas escolhidos a dedo para uma perseguição fantasmagórica