Thuja Magus Imperium
Redness in the east beyond the mountain
The Wheel begins to turn anew
Turning ever towards the Sun
Garlands adorn a chariot, aflame
Blood runs from the flank of a wounded stag
Turning inwards, all beings bow low
Unconcealed she flies
Then hidden by snow
Eyes pale voice of night
Black clouds bring rain
A white cloak and mantel
Enshrouds all of the great monoliths
Deities of frost crave an offering to storms
Great Firs felled by the wind
The eagle's aerie towering windswept
Sky-lords towering above
Night-born songs descend by moonlight
A rain of jewels Calliope sings
Each one a secret word inscribed in time
Sacred bones crumble enshrined
Entombed in roots and stones
A dead sun burns in the hollow Earth
Nameless rivers of dust
This bright thread so pure
Drawn through everything that is
Enslaved by ancient bonds
Beyond the mists and golden light
Beyond the darkness transcending time
Império do Thuja Mágico
Vermelhidão no leste além da montanha
A Roda começa a girar de novo
Girando sempre em direção ao Sol
Guirlandas adornam um carro, em chamas
Sangue escorre do flanco de um cervo ferido
Virando-se para dentro, todos os seres se curvam
Desvelada, ela voa
Depois escondida pela neve
Olhos pálidos, voz da noite
Nuvens negras trazem chuva
Um manto e uma capa brancos
Envolvem todos os grandes monólitos
Deuses do gelo anseiam por uma oferta às tempestades
Grandes Abetos derrubados pelo vento
O ninho da águia, imponente e exposto ao vento
Senhores do céu pairando acima
Canções nascidas da noite descem à luz da lua
Uma chuva de joias, Calíope canta
Cada uma uma palavra secreta inscrita no tempo
Ossos sagrados se desintegram, consagrados
Sepultados em raízes e pedras
Um sol morto queima na Terra oca
Rios sem nome de poeira
Este fio brilhante tão puro
Passa por tudo que existe
Escravizado por laços antigos
Além das névoas e da luz dourada
Além da escuridão que transcende o tempo