Stories To Forget
Proudly I tread through the shadows with my head held high
Still, I find myself in the daunting arms of trepidation (again and again)
As I seal these pages with a sigh, bewailing my profound loss of innocence
A curse can be a blessing cause with each letter I write history
Collecting scars of a vacuous life in but poorly scribbled words
Hear me, in the aftermath of hope lost to time
I am telling you stories to forget
Yet I see your gleaming eyes delving into mine, with every single line
To rid myself of the torment, I keep on desperately screaming into the void
These delusions of a sorry defeatist
Whispers of death and sorrow, dire thoughts
I must turn into verse to bail, to bail myself out
It cannot be taken from me, amidst all the doubt and despair
Crumpled paper adorns the floor as I write these riddles
Spewing hot embers from my throat only to cope with the pain
Breathing as long as the pen gives meaning to the chaos
Until the ink has dried
Though tracing allegories for another short reprieve
I won't make it to the end of this jaded chapter
Hear me, in the aftermath of hope gone awry
I am telling you stories to forget
Yet I hear your mournful voice echo within mine, in every single line
Till the end of time
Hear me, in the aftermath of hope gone awry
I am telling you stories to forget
Yet I feel your lonely heart beating along-side mine, till the end of time
Histórias Para Esquecer
Com orgulho, eu caminho pelas sombras com a cabeça erguida
Ainda assim, me encontro nos braços assustadores da apreensão (novamente e novamente)
Enquanto selo essas páginas com um suspiro, lamentando minha profunda perda de inocência
Uma maldição pode ser uma bênção, pois a cada letra que escrevo história
Coletando cicatrizes de uma vida vazia em palavras mal escritas
Ouça-me, no rescaldo da esperança perdida no tempo
Estou contando histórias para esquecer
Ainda assim, vejo seus olhos brilhantes mergulhando nos meus, a cada linha
Para me livrar do tormento, continuo gritando desesperadamente no vazio
Essas ilusões de um derrotista arrependido
Sussurros de morte e tristeza, pensamentos sombrios
Preciso transformá-los em versos para me salvar, me salvar
Não pode ser tirado de mim, em meio a todas as dúvidas e desespero
Papel amassado adorna o chão enquanto escrevo esses enigmas
Cuspindo brasas quentes da minha garganta apenas para lidar com a dor
Respirando enquanto a caneta dá sentido ao caos
Até que a tinta tenha secado
Embora trace alegorias por mais um breve alívio
Não chegarei ao fim deste capítulo cansado
Ouça-me, no rescaldo da esperança que deu errado
Estou contando histórias para esquecer
Ainda assim, ouço sua voz lamentosa ecoar dentro de mim, em cada linha
Até o fim dos tempos
Ouça-me, no rescaldo da esperança que deu errado
Estou contando histórias para esquecer
Ainda assim, sinto seu coração solitário batendo ao lado do meu, até o fim dos tempos