The Outcasts of Man
Bulging muscles
Scarred flesh
Unfriendly eyes
Sharpened axe
Lone warriors of the thick trees
Humanity's forgotten children
Berserk masters of destruction
Frenzy causing reign of terror
Fearsome warcries of pain
Loathed creatures of sin
Merely just misunderstood
The dark age of man begins
Mostly chaotic by nature
Souls of black by choice
Raging soldiers of might
With cold forged steel
Electricity of motion
Their combat prowess
Completely unmatched
Almost inhuman speed
Enemy of not only man
But also of the undead
Necromancers of night
And the evil elfish drow
Riding upon the bare back
Of wolves or steeds of black
Illiterate monsters of mankind
Foolish to those whom are blind
They can never be sneak attacked
For they always seem to be ready
At the smallest moment to react
And to kill you where you stand
Wearing your skin
As a telling trophy
That none should cross
The outcasts of man
Os Marginais da Humanidade
Músculos saltados
Pele marcada
Olhos hostis
Machado afiado
Guerreiros solitários das árvores densas
Filhos esquecidos da humanidade
Mestres berserk da destruição
Frenesi causando reinado de terror
Gritos de guerra temíveis de dor
Criaturas odiadas do pecado
Apenas mal compreendidos
A idade das trevas do homem começa
Principalmente caóticos por natureza
Almas negras por escolha
Soldados enfurecidos de poder
Com aço forjado frio
Electricidade em movimento
Sua destreza em combate
Completamente inigualável
Quase uma velocidade sobre-humana
Inimigos não só do homem
Mas também dos mortos-vivos
Necromantes da noite
E os elfos malignos drow
Montando nas costas nuas
De lobos ou bestas negras
Monstros analfabetos da humanidade
Tolos para aqueles que são cegos
Eles nunca podem ser atacados de surpresa
Pois sempre parecem estar prontos
No menor momento para reagir
E te matar onde você está
Usando sua pele
Como um troféu revelador
Que ninguém deve cruzar
Os marginais da humanidade