Mal de Amores (part. El Hombre Viento y nosoynadiepati)
No sé si hice bien al quererte, pero me he acostumbra'o
A no verte al despertar ni tu ropa en el sofá
Notándome cada día más delga'o
Otra noche más, comiendo techo de madrugada
Durmiendo con la ansiedad a mi lado
He pensado en ir a verte, pero me he acostumbra'o
A fingir que no me pasa nada cuando todos preguntan: ¿Qué tal?
A decir sin hablar, a mentir de verdad
Otra vez que te pienso a diario, otra vez la impotеncia volvióse espiral
Me vеo encerrado dentro de un acuario, siento como un niño golpea el cristal
Nova todo tan mal, no desaceleres
Hemos pasado peores
Hemos corrido delante de civiles, mentido a base de perdones
Ya no me llames, no me insulten, no me señales, no me controles
Sigo sin planes, por si te viene y me los jodes
Sufro mal de amores
No quiero ver tus lágrima' regando mi flore'
Y que cuando llores
Crezcan con el miedo de la' abandone'
Y mis dolore', son mis dolores
Déjame tranquilo, que piense en mis errores
No te enamores, eh-eh
Esas tontería' son cosas pa' mayores
No sé si hice bien al quererte, pero me he acostumbra'o
A no verte al despertar ni tu ropa en el sofá
Notándome cada día más delga'o
Otra noche más, comiendo techo de madrugada
Durmiendo con la ansiedad a mi lado
He pensado en ir a verte, pero me he acostumbra'o
A escuchar nuestra historia cantada por fandangos
Al compás de mi Jose, tirititando
A decirte que vengas a en punto por si apareces a y cuatro
Y que sea yo el que siempre acabe tardando
Y os veo tan a gusto hablando
De todo lo que hice borracho con no sé quién, no sé cuándo
De las veces que te mentí diciéndote que no fue para tanto
Y ahora que estáis tos' flipando
Me paso las horas mirando
La ciudad desde lo alto
Para que nos cruce nunca el asfalto
Sufro mal de amores
No quiero ver tus lágrima' regando mi flore'
Y que cuando llores
Crezcan con el miedo de la' abandone'
Y mis dolore', son mis dolores
Déjame tranquilo, que piense en mis errores
No te enamores, eh-eh
Esas tontería' son cosas pa' mayores
Mal de Amores (part. El Hombre Viento y nosoynadiepati)
Não sei se fiz bem em te querer, mas me acostumei
A não te ver ao acordar nem suas roupas no sofá
Me sentindo cada dia mais magro
Outra noite mais, comendo teto de madrugada
Dormindo com a ansiedade ao meu lado
Pensei em ir te ver, mas me acostumei
A fingir que nada está acontecendo quando todos perguntam: Como vai?
A dizer sem falar, a mentir de verdade
Outra vez que penso em você diariamente, outra vez a impotência se tornou espiral
Me vejo preso dentro de um aquário, sinto como uma criança batendo no vidro
Agora tudo tão ruim, não desacelere
Já passamos por piores
Corremos na frente dos civis, mentimos à base de perdões
Não me ligue mais, não me insulte, não me aponte, não me controle
Continuo sem planos, caso você venha e os estrague
Sofro de mal de amores
Não quero ver suas lágrimas regando minhas flores
E quando chorar
Cresçam com o medo de que eu as abandone
E minhas dores, são minhas dores
Me deixe em paz, pensando em meus erros
Não se apaixone, eh-eh
Essas bobagens são coisas para adultos
Não sei se fiz bem em te querer, mas me acostumei
A não te ver ao acordar nem suas roupas no sofá
Me sentindo cada dia mais magro
Outra noite mais, comendo teto de madrugada
Dormindo com a ansiedade ao meu lado
Pensei em ir te ver, mas me acostumei
A ouvir nossa história cantada por fandangos
Ao ritmo do meu Jose, tremendo
A te dizer para vir pontualmente caso apareça às quatro
E que eu seja sempre o que acaba se atrasando
E vejo vocês tão à vontade conversando
De tudo que fiz bêbado com não sei quem, não sei quando
Das vezes que menti dizendo que não foi nada demais
E agora que estão todos chocados
Passo as horas olhando
A cidade do alto
Para que nunca cruzemos o asfalto
Sofro de mal de amores
Não quero ver suas lágrimas regando minhas flores
E quando chorar
Cresçam com o medo de que eu as abandone
E minhas dores, são minhas dores
Me deixe em paz, pensando em meus erros
Não se apaixone, eh-eh
Essas bobagens são coisas para adultos
Composição: Xavibo, El Hombre Viento, Nosoynadiepati