The Origins of Disturbed Reflections
Open your weary eyes
Two burning sapphire rings
Melt through my flesh
See through my shadow
Beyond the broken reflections
In black obsidian
The laughing figures
Of angular and distorted men
I burn away and collapse to cinders
The dust of aeons weighs heavy in the silent air
A silence that lasts forever
Reverberating between this stellar vacuum
I am nothing...
My life is death...
I am my own oblivion...
I am infinity...
I am forever...
I am the end of all things...
In the chamber of disturbed reflections
Of chaos, my origin, unravelled to nothingess once more...
As Origens de Reflexões Perturbadas
Abra seus olhos cansados
Dois anéis de safira ardente
Derretendo na minha pele
Vejo através da minha sombra
Além dos reflexos quebrados
Na obsidiana negra
As figuras risonhas
De homens angulares e distorcidos
Eu queimo e desmorono em cinzas
A poeira de eons pesa pesado no ar silencioso
Um silêncio que dura para sempre
Reverberando neste vácuo estelar
Eu não sou nada...
Minha vida é a morte...
Eu sou meu próprio esquecimento...
Eu sou a infinidade...
Eu sou para sempre...
Eu sou o fim de todas as coisas...
Na câmara de reflexões perturbadas
Do caos, minha origem, desfeita em nada mais uma vez...