Do eterno xeo
Nas lonxanas terras da eterna maxia
O destino navega pola claras do equilibrio
A xustiza rexe os camiños dos homes valentes
A sabiduría alumea os enredos das immortais almas
Mais os mortos en vida pola ignorancia
Con artimañas sembran a discordia
O druida acode a eles coa realidade
Mais a súa verdade será traicionada
Os bosques morren baixo o frío
Un manto de pálida neve abraza os corpos
Negras sombras cobren a claridade
Comeza a era do eterno xeo
Silencio...
Mais no recóndito dos non dormidos
Agóchase o tesouro máis preciado
Aquel que ós catro ventos contaba o elexido
Aquel que coñecen como luz eterna dos valerosos..
A liberdade...
Do eterno gelo
Nas terras distantes da eterna magia
O destino navega pelas águas do equilíbrio
A justiça rege os caminhos dos homens valentes
A sabedoria ilumina os enredos das almas imortais
Mas os mortos em vida pela ignorância
Com artimanhas semeiam a discórdia
O druida vem até eles com a realidade
Mas sua verdade será traída
As florestas morrem sob o frio
Um manto de neve pálida abraça os corpos
Sombras negras cobrem a claridade
Começa a era do eterno gelo
Silêncio...
Mas no recôndito dos que não dormem
Esconde-se o tesouro mais precioso
Aquele que aos quatro ventos contava o escolhido
Aquele que conhecem como luz eterna dos valentes...
A liberdade...