Nada Que Me Consume
Las tebras me arrodearon
Unha vez múis
Sentindo o abafo que o odio
Golpeuba contra a miña caluga
Na soedade da indiferencia infinita
Que a inxustiza dos mediocres alenta
Sentín o formiguear nas miñas entrañas
La neboada luz da ialba
Me abatia sen entender nada
Nada que me consume
Nada que me da a vida
Nada Que Me Consome
As trevas me cercaram
Uma vez mais
Sentindo o abafamento que o ódio
Golpeava contra a minha nuca
Na solidão da indiferença infinita
Que a injustiça dos medíocres alimenta
Senti o formigar nas minhas entranhas
A nevoada luz da aurora
Me derrubava sem entender nada
Nada que me consome
Nada que me dá vida