Dogma
Krvavá náruč, žalozpěv mrtvých přízraků
Legie stínů a kouzla nočních zázraků.
Hladový měsíc, krajina mrazem spálená
Horoskop mrtvých a návrat nikdo nečekal.
O nosferatu, tvá krev je dar i prokletí
Vědomí konce, dech apokalypsy, prach a dým.
Horoskop mrtvých, ve stínů šibenic tu spím.
Okovy slávy andělům z ráje vyhnaným.
Andělé z pekla, zoufalý výkřik v propastích
Hladový měsíc na štítech karpat vábivých.
Démoni z bažin, ztracených duší requiem
O nosferatu, síla bez konce, noc i den.
Dogma
Camisa ensanguentada, lamento dos mortos
Legiões de sombras e feitiços de maravilhas noturnas.
Lua faminta, terra queimada pelo frio
Horóscopo dos mortos e o retorno que ninguém esperava.
Ó nosferatu, teu sangue é um presente e uma maldição
Consciência do fim, respiração apocalíptica, poeira e fumaça.
Horóscopo dos mortos, nas sombras da forca eu durmo.
Correntes da fama para os anjos expulsos do paraíso.
Anjos do inferno, grito desesperado nas profundezas
Lua faminta nos escudos das Carpatos sedutores.
Demônios das pântanos, requiem de almas perdidas
Ó nosferatu, força sem fim, noite e dia.