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Cartas de Paranoia

Ximena Sariñana

Chava Cartas

Paranoia, claustrofobia
apocalipsis quiero ir
nada queda
todo cierra
pero aqui me quedo
giro en el circo de nunca màs

Para què no lo sè
me despido
para què nunca se, lo que sigue
para que no lo se, no hay caminos
no lo se, por si se no escuches

Podrìa, deberìa, tendrìa
no sabre
paranoia, claustrofobia
apocalipsis quiero ir
nada queda
todo cierra
pero aqui me quedo
giro en el circo de nunca màs

No hubo màs te lo dì
lo tiraste
lo demas sin decir nunca nada
podrìa, si querìa, tendrìa, no sabre

paranoia, claustrofobia
apocalipsis debo ir
nada queda, todo cierra
pero aqui me quedo
giro en el circo de nunca
salgo del circo de nunca
viento, cediento, me calmarà

Cartas de Paranoia

Paranoia, claustrofobia
apocalipse, quero ir
nada sobra
tudo se fecha
mas aqui eu fico
giro no circo do nunca mais

Pra quê, não sei
me despeço
pra quê nunca sei o que vem a seguir
pra que não saiba, não há caminhos
não sei, se você não escuta

Poderia, deveria, teria
não saberei
paranoia, claustrofobia
apocalipse, quero ir
nada sobra
tudo se fecha
mas aqui eu fico
giro no circo do nunca mais

Não houve mais, te falei
tu jogou fora
o resto sem nunca dizer nada
poderia, se quisesse, teria, não saberei

paranoia, claustrofobia
apocalipse, preciso ir
nada sobra, tudo se fecha
mas aqui eu fico
giro no circo do nunca
saio do circo do nunca
vento, cedendo, vai me acalmar