Son Durak
kilitlenmiþ beton kanatlarý kuþlarýn
oksit gibi yakýþkan bir mayýþmayla aðarmýþ gün
pas tutan kelimeler için bir iksir belki de
ya da aklýna susamýþ sevgililerin safdilliði
acýtmýþ ömrünü çekirgelerin
medyatik soruþturmalardaki enflasyonist yargýlar
haber deðeri taþýmýyor haber spikerinin ölümü
herkes kendi manþetinde satýr arasý
hiçbir bakýþý aydýnlatmýyor florasan buðusu
burasý son durak inecekler için son fýrsat
bir daha ne süper ne mega kupon verilecek
kalanlar þoförün evini göremeyecekler hiçbir zaman
onlarý sonsuza götürecek, afaroz edilmiþ bir merak
burasý son durak
hafýzada kalan tek numara için
telefona uzanýr elleri
ölümüne randevulu insanlarýn
temize çekilemez not defterleri
Última Parada
as asas de concreto trancadas dos pássaros
um dia que desbotou como cola de oxigênio
um elixir talvez para palavras enferrujadas
ou a ingenuidade dos amantes que só pensam em saciar a sede
a vida dos gafanhotos que já doeu
os julgamentos inflacionários nas investigações midiáticas
não têm valor, a morte do apresentador de notícias
cada um em sua própria manchete, entrelinhas
nenhum olhar ilumina essa névoa fluorescente
aqui é a última parada, a última chance para descer
nunca mais haverá cupons super ou mega
os que ficam nunca verão a casa do motorista
uma curiosidade excomungada que os levará para sempre
aqui é a última parada
para o único número que ficou na memória
as mãos se estendem para o telefone
cadernos de anotações de pessoas com encontros marcados para a morte
não podem ser limpos.