395px

Tumbapatos

Yung Dupe

Tumbapatos

(Es que no mame' hermano)
(Fue una locura infernal esa madre)
(Tas loco hermano)

Ey
Ando dando el sabinazo quemando pasto
Esta mierda no es de Macus pero tumbapatos
Aquí hay puro Tabasco blanco, negro y mulato
Los miro a los ojos viven el mismo relato

Eslabones en el cuello veo a mis alrededores
Con nombre y apellido, no de ellos de sus patrones
Oro, plata y zafiro con brillos inhibidores
Al choco multi-colores lo hicieron multi-dolores

Y ahora es el que canta el que manda
Acaso no estás al tanto
El primer cayuco que zarpa con barcos
El gordito todo abarco y la voló del campo
Esto no son cuentos, es trepar el palco (já)

Escribí letras entre ritmos desde que tenía los trece
Infierno verde
Enamorado de los que han sido mis más grandes haters
20, 000 leguas en pantanos asesinos
Julio Verne, pero cada step con indeleble
No es para mis hijos o pa' que a mí me celebren
Es pa'l el chamaco choco que nadie quiere y comprende
Y que mira que hay un loco que le dice: Bro, tú puedes
Psts nah!
Cual tú puedes, tu debes ¿si no quién?
Está en tus genes
En tu sangre criolla en el pozol que te bebe
Es entre espejismos que perdimos los poderes

Y con técnicas de engaño
Que nos volvieron fieles y pinches achichincles
Si supieras que hay historia en cada inch dé tu skin wey
Naciste con un cincel sin ley con tierra virgen pa' escoger

Y no cojear por la masa sin gracia
Desde cuando la choca quiere su pela, lacia
Así nos quieren viendo hacia
Sus dioses, sus logias, no gracias

Yo tengo mi magia, mi imagen, mi linaje
Hay material para sagas de largometrajes
¡Amén dirán!, al escucharme, pero dime quién la mano estira
No vine a hablar ni a regalar

Voy a hacer que esta mierda jale a lo Genghis Khan
Cabezas ruedan con tal que esto se vaya mundial
Con el Dano y con el Mau, grabando memorias
Del lente y las ojeras no hay escapatoria
Barriendo la zona de tantas escorias
Cambiando la historia
(¿Qué verga va se?)
(¿Cómo lo va'ja se coño?)

Como que ¿Cómo?
Con puro loco de sueños lucidos
Nos lucimos en cada, psd
Haciendo alquima sin After Effects

Lo hacemos por el arte y partida de esfínteres
La plata termina siendo un easter egg
Siempre más allá del business wey, es el secreto
Que tus sesos se entreguen al 100%

No hay seguía que aguante el jale en exceso'
Y los contras se vuelven tus chavos
Acaban diciendo eso, eso eso

Tabasco 3000 el culto oculto de los incultos
Se acabaron los indultos
Si eres una puta lacra, te volvemos bulto
Si nomás tienes la sarna te volvemos pulcro

Somos la cura del no saber y la bala del no querer
Huyendo al hambre de poder
Pero al no poder con tanta hambre y pocas formas de vencer
Toco jugarla de Dios por deber
Por mi gente que va a comer, porque va a comer
(Va a comer, porque va a comer)
(Va a comer, porque va, va, va, va)
(Va a comer, porque va, va, va a comer porque va, va, va, va)
(Va a comer, porque va a comer)
(Va a comer, porque va, va, va, va)
(Va a comer, porque va, porque mi gente que va a comer, porque va a comer)

Tumbapatos

(É que não mame, irmão)
(Foi uma loucura infernal essa parada)
(Tá doido, irmão)

E aí
Tô dando o sabinazo queimando erva
Essa merda não é de Macus, mas tumbapatos
Aqui tem puro Tabasco, branco, negro e mulato
Olho nos olhos deles, vivem a mesma história

Eslabones no pescoço, vejo ao meu redor
Com nome e sobrenome, não deles, dos seus patrões
Ouro, prata e safira com brilhos inibidores
O choco multi-colorido virou multi-dor

E agora é quem canta que manda
Você não tá sabendo?
O primeiro cayuco que zarpa com barcos
O gordinho abarcou tudo e voou do campo
Isso não é conto, é subir no palco (já)

Escrevi letras entre ritmos desde os treze
Inferno verde
Apaixonado por quem foram meus maiores haters
20.000 léguas em pântanos assassinos
Júlio Verne, mas cada passo é indelével
Não é pra meus filhos ou pra que me celebrem
É pro moleque choco que ninguém quer e entende
E que vê que tem um doido que diz: Bro, tu consegue
Psts, nah!
Qual tu consegue, tu deve, se não quem?
Tá nos teus genes
Na tua sangue criolla, no pozol que te bebe
É entre espejismos que perdemos os poderes

E com técnicas de engano
Que nos tornaram fiéis e uns merdas
Se soubesse que tem história em cada inch da tua pele, mano
Tu nasceu com um cinzel sem lei, com terra virgem pra escolher

E não andar mancando pela massa sem graça
Desde quando a choca quer sua pela, lacia
Assim nos querem, olhando pra
Seus deuses, suas logias, não, obrigado

Eu tenho minha magia, minha imagem, meu legado
Tem material pra sagas de longas-metragens
Amém dirão!, ao me ouvir, mas me diz quem estica a mão
Não vim pra falar nem pra dar de graça

Vou fazer essa merda bombar como Genghis Khan
Cabeças rolam desde que isso vá mundial
Com o Dano e com o Mau, gravando memórias
Pela lente e as olheiras não tem escapatória
Varrendo a área de tantas escórias
Mudando a história
(Que porra vai ser?)
(Como vai ser, caralho?)

Como que como?
Com puro doido de sonhos lúcidos
Nos destacamos em cada, psd
Fazendo alquimia sem After Effects

Fazemos isso pela arte e pela partida de esfíncteres
A grana acaba sendo um easter egg
Sempre além do business, mano, é o segredo
Que tuas ideias se entreguem a 100

Não tem seguia que aguente o trampo em excesso
E os contras viram teus chavões
Acabam dizendo isso, isso, isso

Tabasco 3000, o culto oculto dos incultos
Acabaram os indultos
Se você é uma puta lacra, te tornamos bulto
Se só tem sarna, te tornamos limpo

Somos a cura do não saber e a bala do não querer
Fugindo da fome de poder
Mas ao não poder com tanta fome e poucas formas de vencer
Toco jogar de Deus por dever
Pela minha gente que vai comer, porque vai comer
(Vai comer, porque vai comer)
(Vai comer, porque vai, vai, vai, vai)
(Vai comer, porque vai, vai, vai a comer porque vai, vai, vai, vai)
(Vai comer, porque vai comer)
(Vai comer, porque vai, vai, vai, vai)
(Vai comer, porque vai, porque minha gente que vai comer, porque vai comer)

Composição: Yung Dupe