395px

Delírio Humano

Zavorash

Human Delirium

During times to elderly to be thought of, thirsting i was so i drank the eons wine
Instantly was i forlorn in divine wisdom, my grave was now made centuries ago
Forgotten was i now long before my birth, without regret i opened the gates to earth
Amongst the stones and dust of battles lost, i hunted and laughed for god i now was

Though lost was i once before reality was brought asunder
Dead was i once during times when lost were the poisen wine
But in strength i arose and devoured the universe
And became my own precious lord and slave

So rightly i call myself the powered very essence
"by which their pestilent prayers are formed
Life did once teach me the most horrid of lessons
Though still, they fail to grasp, i am not horned

But as all gods should i be adorned!"

I represent the denied and dead universal error
In close parallels i mock the worshipped truth
My shining aura is that of a great emperor
And in my chronicles there is no sign of truce
My names are many, forever i am known
An angel, savior, whore or ruler
As i dance through the crippled walls of moral
And damn only those who speak the truth

I am rationalisms' very foundation, still insanity is my god-given name
Truth is for me monumental, still through illusions i reign
The paradox of my hybris is striking, as i demand to be king of existence
As i rape and torture in blackest hate, "mankind, how i love thy contradictive faith"

Yet, but a humble slave to the present word i am
Yet, i kneel on the cold deaf stone
Though we all have errors, only others we scorn
For i am i creature of honor
And i have my precious soul
The future shalt reap my crimes
"made real by a horde of ruling sheep

I shalt no death of theirs weep..."

Delírio Humano

Em tempos de velhice a ser lembrada, com sede eu estava, então bebi o vinho dos eons
Instantaneamente me vi perdido na sabedoria divina, meu túmulo foi feito séculos atrás
Esquecido eu estava, muito antes do meu nascimento, sem arrependimento abri os portões da terra
Entre as pedras e a poeira de batalhas perdidas, eu caçava e ria, pois agora eu era Deus

Embora perdido eu estivesse uma vez antes da realidade ser despedaçada
Morto eu estive uma vez em tempos quando o vinho envenenado se perdeu
Mas com força eu me levantei e devorei o universo
E me tornei meu próprio precioso senhor e escravo

Assim, eu me chamo a essência poderosa
"pela qual suas orações pestilentas são formadas
A vida uma vez me ensinou as lições mais horríveis
Embora ainda assim, eles falham em entender, eu não sou chifrado

Mas como todos os deuses, eu deveria ser adornado!"

Eu represento o erro universal negado e morto
Em paralelos próximos eu zombeteio da verdade adorada
Minha aura brilhante é a de um grande imperador
E em minhas crônicas não há sinal de trégua
Meus nomes são muitos, para sempre serei conhecido
Um anjo, salvador, prostituta ou governante
Enquanto danço através das paredes aleijadas da moral
E condeno apenas aqueles que falam a verdade

Eu sou a própria fundação do racionalismo, ainda a insanidade é meu nome dado por Deus
A verdade é monumental para mim, ainda assim, através de ilusões eu reino
O paradoxo da minha hybris é impressionante, enquanto exijo ser o rei da existência
Enquanto eu estuprar e torturar em ódio mais negro, "humanidade, como eu amo tua fé contraditória"

Ainda assim, sou apenas um humilde escravo da palavra presente
Ainda assim, eu me ajoelho na fria pedra surda
Embora todos nós tenhamos erros, apenas os outros desprezamos
Pois eu sou uma criatura de honra
E eu tenho minha preciosa alma
O futuro colherá meus crimes
"tornados reais por uma horda de ovelhas governantes

Eu não chorarei a morte deles..."

Composição: