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Digo Não

Zayra Alvarez

Digo no

Hay que maleza, quien tiene cabeza para esconderse entre la hierba densa sin que le quiten la benda.
Pues yo no conozco quién compró ramo de rosas viejas llenas de recuerdos, derrotas y encantos.

Y a quién le interesa enfermar mi conciencia?
Qué es lo que ofreces tú? A ver, declárate.

Digo No, que no, que no, eh oh , eh oh...
Digo No, que no , que no , eh oh, eh oh...

Sobria sorpresa, maldita condena que me recuerda los remordimientos de besos irreparables.
Pues ya no me sirven los frenos ni pares cuando en las noches los tragos me cambien y los amigos se cayen.

Pero tú no me interesas. Mételo en tu cabeza.
No todo es para ti. A ver. Cuestiónate.

Digo No, que no, que no, eh oh, eh oh...
Digo No, que no, que no, eh oh, eh oh...

Tierna Batalla
Tierna Batalla......

Digo No, que no, que no, eh oh, eh oh...
Digo No, que no, que no, eh oh, eh oh...

Digo Não

Tem que ter coragem, quem tem juízo pra se esconder na grama densa sem que tirem a venda.
Pois eu não conheço quem comprou um buquê de rosas velhas cheias de lembranças, derrotas e encantos.

E a quem interessa adoecer minha consciência?
O que você oferece? Vamos lá, se declare.

Digo Não, que não, que não, eh oh, eh oh...
Digo Não, que não, que não, eh oh, eh oh...

Surpresa sóbria, maldita condena que me lembra os remorsos de beijos irreparáveis.
Pois já não me servem os freios nem os pares quando nas noites os drinks me mudam e os amigos se calam.

Mas você não me interessa. Coloca isso na sua cabeça.
Nem tudo é pra você. Vamos lá. Questione-se.

Digo Não, que não, que não, eh oh, eh oh...
Digo Não, que não, que não, eh oh, eh oh...

Ternura na Batalha
Ternura na Batalha......

Digo Não, que não, que não, eh oh, eh oh...
Digo Não, que não, que não, eh oh, eh oh...

Composição: Zayra Alvarez