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Ame-me

Zibba

Ammami

Nue tu mentiras pour moi
Soffro della mia complessità
L'amore non si accorda come fender jazz
Imparerai a fregartene di me
Rido per gli affari miei
Gioco a ricordarmi dove sei
Ti porto un fiore che qualcuno butta via
Metafora di questa vita mia

E tu ammami, ammami, ammami morirò per te
Questa notte non hai scuse
Non cercar la Luna che non c'è
Ammami, ammami, ammami siamo io e te
Dopo il sesso voglio un cesso, una sigaretta e un karkadè
Bramo d'essere per te
Ciò che vorrei fossi tu per me
Povero me se siete poveri anche voi
Ci gioco io con ciò che più non vuoi
Conto gli anni appresso ai tuoi
Sarò già morto quando morirai?
Imparerò a memoria di che cosa sai
Per ricordare un po' di te se mai mi cercherai

Ma ora ammami, ammami, ammami morirò per te
Questa notte non hai scuse
Non cercar la Luna che non c'è
Ammami, ammami, ammami siamo io e te
Dopo il sesso voglio un cesso, una media super baladìn
Quando sarà festa
Ti porterò lontana dagli sguardi di chi non è stato mai
Qui in bicicletta sulle colline a spigolo o per strada fra i bstardi e i marinai
Ho poco da chiedere
E poca gente a cui lo chiederei
C'era un amico qui da me per un caffè
E nel parlar di tutto abbiam parlato anche di te
Dormo sotto i limiti
E c'è chi dice che siam sempre lì
Ci vuole un nano consenziente almeno un po'
Per dare nuova vita a questo show

Ame-me

Ninguém mente pra mim
Sofro com a minha complexidade
O amor não se ajusta como um fender jazz
Você vai aprender a não se importar comigo
Rindo dos meus próprios problemas
Tentando lembrar onde você está
Te trago uma flor que alguém jogou fora
Metáfora da minha vida

E você ame-me, ame-me, ame-me, eu morrerei por você
Essa noite não tem desculpas
Não procure a Lua que não está aqui
Ame-me, ame-me, ame-me, somos eu e você
Depois do sexo quero um banheiro, um cigarro e um karkadè
Desejo ser pra você
O que eu gostaria que você fosse pra mim
Pobre de mim se vocês também forem pobres
Eu brinco com o que você mais não quer
Conto os anos seguindo os seus
Já estarei morto quando você morrer?
Vou decorar tudo que você sabe
Pra lembrar um pouco de você se algum dia me procurar

Mas agora ame-me, ame-me, ame-me, eu morrerei por você
Essa noite não tem desculpas
Não procure a Lua que não está aqui
Ame-me, ame-me, ame-me, somos eu e você
Depois do sexo quero um banheiro, uma média super baladín
Quando for festa
Te levarei longe dos olhares de quem nunca esteve aqui
Aqui de bicicleta nas colinas ou na rua entre os bastardos e os marinheiros
Tenho pouco a pedir
E pouca gente a quem pediria
Tinha um amigo aqui em casa pra um café
E enquanto falávamos de tudo, também falamos de você
Durmo sob os limites
E tem quem diga que estamos sempre lá
Precisa de um anão consentido, pelo menos um pouco
Pra dar nova vida a esse show

Composição: Daniele Franchi / Lucas Bellotti / Sergio Vallarino