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Solos para Ser Devorados

Zoofilia

Solos para ser Devorados

En la oscuridad, una lágrima que cae
un niño busca su pan
en los tachos de la capital.
Un sucio juego al que siempre perdera.
Triste realidad, da vueltas
y cae al poxiran, aspirando rechazo
de no ser como los demas.
Mil formas de escapar
pensar que estan en libertad.
No es verdad,
solo son prisioneros
de la realidad,
donde permanecen encerrados
en la profundidad del hambre,
de un dolor interno, del resentimiento
y las formas de matar el tiempo
sin fuerzas, sin voluntad para cambiar.
Seguir hasta el final para ser devorados,
encerrados de por vida
como el padre que imaginan
o caer al suelo desangrados
desvaneciendo la mente,
apagando los latidos de una vida mas
que no encontro el sentido.

Solos para Ser Devorados

Na escuridão, uma lágrima que cai
uma criança busca seu pão
nos lixos da capital.
Um jogo sujo que sempre vai perder.
Triste realidade, dá voltas
e cai no poxiran, aspirando rejeição
de não ser como os outros.
Mil formas de escapar
pensar que estão em liberdade.
Não é verdade,
são apenas prisioneiros
da realidade,
donde permanecem trancados
na profundidade da fome,
de uma dor interna, do ressentimento
e das formas de matar o tempo
sem forças, sem vontade de mudar.
Seguir até o final para ser devorados,
encerrados para sempre
como o pai que imaginam
ou cair no chão desangrados
desvanecendo a mente,
apagando os batimentos de uma vida a mais
que não encontrou sentido.

Composição: J. Castro, H. Alzamora, F. Seco