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Espelhos

Zuhal Olcay

Aynalar

Harmaným ben harmaným
Kýrk satýrlýk fermaným
Yok dizimde dermaným

Eyletmen beni
Söyletmen beni
Aðlatman beni
Aynaler aynalar

Ýster anam darýlsýn
Ýster babam darýlsýn
Vuran elim kýrýlsýn

Hüznüm sizde görünür
Saçým beyaz örülür
Yaþarken de ölünür

Söyletmen beni
Aðlatman beni
Aynaler aynalar

Yüzümde hep o çizgiler
Ýçimde hep ezgiler
Uçup gitti seneler

Eyletmen beni
Söyletmen beni
Aðlatman beni
Aynaler aynalar

Espelhos

Sou eu mesmo, sou eu mesmo
Meu decreto é de quarenta anos
Não há remédio em meu corpo

Não me faça ver
Não me faça falar
Não me faça chorar
Espelhos, espelhos

Se minha mãe se preocupe
Se meu pai se preocupe
Que minha mão que bate se quebre

Minha tristeza se revela em vocês
Meu cabelo se torna branco
Enquanto vivo, também morro

Não me faça falar
Não me faça chorar
Espelhos, espelhos

Sempre aquelas marcas no meu rosto
Sempre aquelas melodias dentro de mim
Os anos voaram embora

Não me faça ver
Não me faça falar
Não me faça chorar
Espelhos, espelhos

Composição: