Devagarinho
Dolani dolani vem
A morte devagarinho, devagarinho
Pega a caneta e escreve minha dor
Sorriso devagarinho, devagarinho
Meu coração estranho não para mais
Meu olhar não vê longe mais
Se é que a força não chega mais
Minha mão devagarinho, devagarinho
A água não se pode confiar
Enquanto não morrer, o sangue não seca
Minha profissão não diminui, só aumenta
A opressão devagarinho, devagarinho