To Be Abused
To Be Abused
Spun on racks of caffeine dreams
Torn-out the rumen hangs redeemed
Pale moonstones washed in Classic streams,
Their white light on the Pallas gleamed
Harken, beg, record her choir
Beaten canticles abduced,
Prepared and spread for each desire,
Machines that scream to be abused
Her face awaits the column's presence
Risen to a swollen post
Trembling, her hands are weak
But her lips endure the most
Endlessly her body feeds
On hollow fluids white as Ghost.
Deafen him with every taunt,
Obeying hips that please her host
Stained grass with a fungus plague
(Is blight without a ritual?)
Was once prepared for trampling claws
And growls that made my memory ache
Spun on racks of selfmade dreams
Like purid moonstone washed clean
The Nephesh of my Pallas seems to
Understand this release of steam
She grabs the chains and shakes the room
Lust hungers in her eyes
And when I give her what I want
Her hunger dies
I'm cold and alone in this body of mine
I'm cold and alone in this body of mine
I'm cold and alone in this body of mine
I'm cold and alone in this body of mine
I'm cold and alone in this body of mine
I'm cold and alone in this body of mine
I'm cold and alone in this body of mine
I'm cold and alone in this body of mine.
Ser Maltratado
Ser Maltratado
Rodando em prateleiras de sonhos com cafeína
O rúmen rasgado pendurado redimido
Pedras da lua pálidas lavadas em correntes clássicas,
Sua luz branca brilhava sobre a Pallas
Escute, implore, registre seu coro
Cânticos batidos sequestrados,
Preparados e espalhados para cada desejo,
Máquinas que gritam para serem maltratadas
Seu rosto aguarda a presença da coluna
Levantada para um poste inchado
Tremendo, suas mãos estão fracas
Mas seus lábios suportam o pior
Incessantemente seu corpo se alimenta
De fluidos ocos brancos como um Fantasma.
Ensurdeça-o com cada provocação,
Obedecendo quadris que agradam seu anfitrião
Grama manchada com uma praga de fungos
(É praga sem um ritual?)
Foi uma vez preparada para garras que pisoteiam
E rosnados que faziam minha memória doer
Rodando em prateleiras de sonhos feitos por mim
Como uma pedra da lua pútrida lavada
O Nephesh da minha Pallas parece
Compreender essa liberação de vapor
Ela agarra as correntes e sacode o quarto
A luxúria arde em seus olhos
E quando eu dou a ela o que eu quero
Sua fome morre
Estou frio e sozinho neste corpo meu
Estou frio e sozinho neste corpo meu
Estou frio e sozinho neste corpo meu
Estou frio e sozinho neste corpo meu
Estou frio e sozinho neste corpo meu
Estou frio e sozinho neste corpo meu
Estou frio e sozinho neste corpo meu
Estou frio e sozinho neste corpo meu.