Obscura
When the world was flesh and teeth
When the days where none and the light shone Not
In a timeless fleeting ever instant
Forever thorned in eternities grip
The hidden ever lasting
Obscura
The pandemics of chaos
Obscura
Revelation-maelstroms
As spirit-eclipse into vortex-voids
Like a ghost in the Godless spheres
Through the multitude, pale dimensions
Into obscurity -
Inside this chamber of skin
Into obscurity -
The ever unchanging
Upon the tide of slow eternities
Summoning the primordial nexus
Eyes burning black like distant stars
Deep into myriad reflections
In that moment of eclipsis'
Foreshadowed, through the arcane dark
Into obscurity of the shadow of Hell
Infinity without depth or dimension
Hell-tongue speak the hidden words
Breathing vacuum, Spitting fire
Obscura
Quando o mundo era carne e dentes
Quando os dias não existiam e a luz não brilhava
Em um instante fugaz e atemporal
Para sempre espinhoso na garra da eternidade
O oculto, sempre duradouro
Obscura
As pandemias do caos
Obscura
Revelações em redemoinhos
Enquanto o espírito-eclipse se transforma em vórtices-vazios
Como um fantasma nas esferas sem Deus
Através da multidão, dimensões pálidas
Na obscuridade -
Dentro desta câmara de pele
Na obscuridade -
O sempre imutável
Sobre a maré de eternidades lentas
Convocando o nexus primordial
Olhos queimando negros como estrelas distantes
Profundamente em miríades de reflexões
Naquele momento de eclipses'
Pressagiado, através da escuridão arcana
Na obscuridade da sombra do Inferno
Infinidade sem profundidade ou dimensão
A língua do Inferno fala as palavras ocultas
Respirando vácuo, cuspindo fogo