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Atração Irracional

156/Silence

Irrational Pull

Searching for some substance, I guess I've looked for a while
I see my suffering has grown to spread its wings, and
My absence is just an instance of avoidance lived with
And I see vipers slither out of abhorrence in my visions
I keep pressing, I get pushed away
I'm only lessening myself with every single delay
I keep on stressing while my future decays
I put the constant misery on replay

To think I could have fucking listened, lucky to be fucking present
All my nights, a distant vision, I won't carry on, carry on
Casting cold incisions on my loving ones' opinions
Captivating me, this hindrance doesn't care at all, care at all

Let me go, let me go, let me go, let me go
Let me go, let me go, just let me be alone
As they roam, let the crows pick my bones, 'cause I know
That's all that I'm fucking worth, it never leaves
Let me go, let me go, let me go, let me go
Let me go, let me go, descending on my own
I don't know when my woes took control, but I won't
Give into the fucking words that never leave

But I just want to escape

These voices, these voices
Tend to tear at all that's left of my endurance and
I'm hopeless, so hopeless
I can see myself ignoring this as loneliness
It curses, I'm cursed
All that's left of my impurities, flourishing
I'm worthless, so worthless
I suspect a coming quarantine on my head

And I fall back in my old ways
You can tell that I am grasping at anything
I walk off to the side
Stepping on the glass that I have broken, to hide from this

Let me go, let me go, let me go, let me go
'Cause, I won't ever relate
Let me go, let me go

Atração Irracional

Procurando por alguma substância, acho que já procurei por um tempo
Vejo que meu sofrimento cresceu e agora se espalha, e
Minha ausência é só um momento de fuga que vivi
E vejo víboras se arrastando por aversão nas minhas visões
Continuo insistindo, mas sou empurrado pra longe
Estou apenas me diminuindo a cada atraso
Continuo me estressando enquanto meu futuro se deteriora
Coloco a constante miséria em repetição

Pensar que eu poderia ter escutado, sortudo por estar presente
Todas as minhas noites, uma visão distante, não vou continuar, continuar
Fazendo incisões frias nas opiniões dos que amo
Me cativando, esse obstáculo não se importa nem um pouco, nem um pouco

Deixa eu ir, deixa eu ir, deixa eu ir, deixa eu ir
Deixa eu ir, deixa eu ir, só me deixa em paz
Enquanto eles vagam, deixa os corvos pegarem meus ossos, porque eu sei
Que é tudo que eu valho, isso nunca sai
Deixa eu ir, deixa eu ir, deixa eu ir, deixa eu ir
Deixa eu ir, deixa eu ir, descendo por conta própria
Não sei quando minhas dores tomaram conta, mas eu não vou
Ceder às palavras que nunca saem

Mas eu só quero escapar

Essas vozes, essas vozes
Costumam rasgar tudo que resta da minha resistência e
Estou sem esperança, tão sem esperança
Consigo ver que estou ignorando isso como solidão
É uma maldição, estou amaldiçoado
Tudo que resta das minhas impurezas, florescendo
Sou inútil, tão inútil
Suspeito que uma quarentena está chegando na minha cabeça

E eu volto aos meus velhos hábitos
Você pode ver que estou agarrando qualquer coisa
Eu me afasto para o lado
Pisando no vidro que quebrei, para me esconder disso

Deixa eu ir, deixa eu ir, deixa eu ir, deixa eu ir
Porque eu nunca vou me relacionar
Deixa eu ir, deixa eu ir

Composição: