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Dual

1915

Dual

Lucha interna, pura dualidad
Entre dos voces que dictan mi pensar

La misma boca grita y susurra
Palabras de miel y de lujuria, de sensaciones
Y pies que caminan rumbos opuestos y paralelos
Y llegan al mismo lugar

Equilibrio en la contradicción
Sobre un hilo en perfecta condición

Naturaleza igualadora
De las caras de la conciencia y del alma también
Une los puntos de la memoria
Con su voluntad

Todo cambia, se vuelve dual
O lo fue siempre así
Todo cambia, se vuelve dual
Simultáneo

Lucha interna, pura dualidad
Entre dos voces que dictan mi pensar

Naturaleza igualadora

Todo cambia, se vuelve dual
O lo fue siempre así
Todo cambia, se vuelve dual
Se vuelve dual

Dual

Luta interna, pura dualidade
Entre duas vozes que ditam meu pensar

A mesma boca grita e sussurra
Palavras de mel e luxúria, de sensações
E pés que caminham em direções opostas e paralelas
E chegam ao mesmo lugar

Equilíbrio na contradição
Sobre um fio em perfeita condição

Natureza igualadora
Dos rostos da consciência e da alma também
Une os pontos da memória
Com sua vontade

Tudo muda, se torna dual
Ou sempre foi assim
Tudo muda, se torna dual
Simultâneo

Luta interna, pura dualidade
Entre duas vozes que ditam meu pensar

Natureza igualadora

Tudo muda, se torna dual
Ou sempre foi assim
Tudo muda, se torna dual
Se torna dual

Composição: Alejo Freixas / Cruz Manuel Hunkeler / Federico Octavio Penzotti Norzi / Jeremias Jose Alegre