Tradução gerada automaticamente
Fatalidad
1917 (Argentina)
Fatalidade
Fatalidad
Sou a mão que asfixia os doentes,Soy la mano que asfixia a los enfermos
e o artista genial que esculpe feridas;y el artista genial que esculpe llagas;
sou a força que empurra cada faca,soy la fuerza que empuja cada daga,
e o verme que viola cada morto.y el gusano que viola a cada muerto.
Sou a luz que habita no sofrimento,Soy la luz que habita en el sufrimiento,
e a cruz do tirano e do messias;y la cruz del tirano y del mesías;
sou aquele que compõe sinfoniassoy aquel que compone sinfonías
com a música terrível do lamento.con la música terrible del lamento.
Sou quem traça o caminho da sorte,Soy quien traza el camino de la suerte,
sou quem bebe do néctar das tumbas,soy quien bebe del néctar de las tumbas,
sou a cela mais fria e mais imundasoy la celda más fría y mas inmunda
para o justo e para o inocente.para el justo y para el inocente.
Sou a voz que atormenta os dementes,Soy la voz que atormenta a los dementes,
e também a que inspira os suicidas;y tambien la que inspira a los suicidas;
sou o ódio que enriquece a vidasoy el odio que enriquece a la vida
e o amor que trai o implacável.y el amor que traiciona al inclemente.
Sou a tocha imortal com que se iluminaSoy la antorcha inmortal con que se alumbra
o caminho que percorre a Morte.el sendero que recorre la Muerte.



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