Farewell in the Ashes
The Sun fades, and the dust falls
In the corridors of the mind where echoes call
The remnants of yesterday are cold ashes
And memories unravel like phantom flashes
Words sink into the dense fog
Every smile, a memory that haunts and clogs
The void stretches, an endless abyss
Where love dissolves into a faint kiss
Days pass, but time is cruel
Leaving deep scars, a hole in the sky's spool
Each memory is a knife that cuts slow
And longing is a poison that never lets go
In the dark corner, where pain reigns
Shadows dance, and light wanes
Love fades into a bitter haze
And loss is a scar that never decays
The echoes of loss are a mournful tune
That plays in the veins, a cry that croons
While the world turns, I remain still
With the memory of a love that time can't kill
Despedida nas Cinzas
O sol se apaga, e a poeira cai
Nos corredores da mente onde ecos vão e vêm
Os restos de ontem são cinzas frias
E as memórias se desenrolam como flashes de fantasmas
As palavras afundam na névoa densa
Cada sorriso, uma lembrança que assombra e entope
O vazio se estende, um abismo sem fim
Onde o amor se dissolve em um beijo sutil
Os dias passam, mas o tempo é cruel
Deixando cicatrizes profundas, um buraco na linha do céu
Cada memória é uma faca que corta devagar
E a saudade é um veneno que nunca solta
No canto escuro, onde a dor reina
Sombras dançam, e a luz se esvai
O amor se apaga em uma névoa amarga
E a perda é uma cicatriz que nunca se apaga
Os ecos da perda são uma melodia triste
Que toca nas veias, um grito que embala
Enquanto o mundo gira, eu fico parado
Com a memória de um amor que o tempo não pode matar
Composição: Matheus Patrick S.Fagundes