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Réquiem para os Mortos-vivos

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Requiem for the Undead

What am I doing here?
What is this horrid place?
Why am I gripped with fear; what is it I must face?

This cannot be my life
This cannot be for real
I've been condemned to live in a world so surreal

Trapped in this sordid prison
Tormented in this cell
I am my own captor in this infernal hell

I do not belong here
I do not deserve this
Sentenced to suffer in this never-ending abyss

Call no one happy who is not dead!
Call no one happy who is not dead!
Dead!

One day this curse will end
One day I'll be set free
No longer a victim of this self-induced misery

'Til death do I remain
Mourning the life I've led
Singing a requiem: a requiem for the undead

Call no one happy who is not dead!
Call no one happy who is not dead!
Dead!

Réquiem para os Mortos-vivos

O que eu tô fazendo aqui?
Que lugar horrível é esse?
Por que tô tomado pelo medo; o que é que eu tenho que encarar?

Isso não pode ser minha vida
Isso não pode ser real
Fui condenado a viver em um mundo tão surreal

Preso nessa prisão imunda
Torturado nessa cela
Eu sou meu próprio carcereiro nesse inferno sem fim

Eu não pertenço aqui
Eu não mereço isso
Sentenciado a sofrer nesse abismo sem fim

Não chame de feliz quem não está morto!
Não chame de feliz quem não está morto!
Morto!

Um dia essa maldição vai acabar
Um dia eu vou ser livre
Não serei mais uma vítima dessa miséria autoimposta

Até a morte eu vou ficar
Lamentando a vida que levei
Cantando um réquiem: um réquiem para os mortos-vivos

Não chame de feliz quem não está morto!
Não chame de feliz quem não está morto!
Morto!

Composição: