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Calor Anormal (熱異常)

25-ji Nightcord de (Nightcore at 25:00)

Heat Abnormal (熱異常)

死んだ変数で繰り返す
shinda hensuu de kurikaesu
数え事が孕んだ熱
kazoegoto ga haranda netsu
どこに送るあてもなく
doko ni okuru aitemu naku
あわれな独り言を記している
aware na hitorigoto wo kishi te iru

電撃と見紛うような
dengeki to mimau you na
恐怖が血管の中に混ざる
kyoufu ga kekkan no naka ni mazaru
微粒子の濃い煙の向こうに
biryuushi no koi kemuri no mukou ni
黒い鎖鎌がついてきている
kuroi kusarigama ga tsuite kite iru
消去しても
shoukyou shite mo
消去しても
shoukyou shite mo
消去しても
shoukyou shite mo
消去しても
shoukyou shite mo
消去しても
shoukyou shite mo
消去しても
shoukyou shite mo
消去しても
shoukyou shite mo
消去しても
shoukyou shite mo
無くならないの
nakunaranai no

とうに潰れていた喉
tou ni tsuburete ita nodo
叫んだ音は既に列を成さないで
sake nda oto wa sudeni retsu wo nasanai de
安楽椅子の上
anraku isu no ue
腐りきった三日月が笑っている
kuzuri kitta mikazuki ga waratte iru
もう
mou
すぐそこまで
sugu soko made
すぐそこまで
sugu soko made
すぐそこまで
sugu soko made
すぐそこまで
sugu soko made
すぐそこまで
sugu soko made
すぐそこまで
sugu soko made
すぐそこまで
sugu soko made
すぐそこまで
sugu soko made
なにかが来ている
nanika ga kite iru

大声で泣いた後
oogoe de naita ato
救いの旗に火を放つ人々と
sukui no hata ni hi wo hanatsu hitobito to
コレクションにキスをして
korekushon ni kisu wo shite
甘んじて棺桶に籠る骸骨が
amanjite kanoke ni komoru gaikotsu ga
また
mata
どうかしてる
douka shiteru
どうかしてる
douka shiteru
どうかしてる
douka shiteru
どうかしてる
douka shiteru
どうかしてる
douka shiteru
どうかしてる
douka shiteru
どうかしてる
douka shiteru
どうかしてる
douka shiteru
そう囁いた
sou sasayaita

未来永劫誰もが
mirai eigou dare mo ga
救われる理想郷があったなら
sukuwareru risoukyou ga atta nara
そう口を揃えた大人たちが
sou kuchi wo soroe ta otona tachi ga
乗りこんだ舟は爆ぜた
norikonda fune wa hazeta
黒い星が
kuroi hoshi ga
黒い星が
kuroi hoshi ga
黒い星が
kuroi hoshi ga
黒い星が
kuroi hoshi ga
黒い星が
kuroi hoshi ga
黒い星が
kuroi hoshi ga
黒い星が
kuroi hoshi ga
黒い星が
kuroi hoshi ga
彼らを見ている
karera wo mite iru

哭いた閃光が目に刺さる
koita senkou ga me ni sasaru
お別かれの鐘が鳴る
owakare no kane ga naru
神が成した歴史の
kami ga nashita rekishi no
結ぶ答えは砂の味がする
musubu kotae wa suna no aji ga suru
死んだ変数で繰り返す
shinda hensuu de kurikaesu
数え事が孕んだ熱
kazoegoto ga haranda netsu
誰かの澄んだ瞳の
dareka no sunda hitomi no
色をした星に問いかけている
iro wo shita hoshi ni toikakete iru
拾いきれなくなる悲しみは
hiroikirenakunaru kanashimi wa
やがて流れ落ち塩になる
yagate nagareochi shio ni naru

祈り
inori
苦しみ
kurushimi
同情
doujou
憐れみにさえ
aware ni sae
じきに値がつく
jiki ni ne ga tsuku
今 背を向けても
ima se wo mukete mo
背を向けても
se wo mukete mo
背を向けても
se wo mukete mo
背を向けても
se wo mukete mo
背を向けても
se wo mukete mo
背を向けても
se wo mukete mo
背を向けても
se wo mukete mo
鮮明に聞こえる悲鳴が
senmei ni kikoeru himei ga
幸福を手放なす事こそ
koufuku wo tebanasu koto koso
美学であると諭す魚が
bigaku de aru to sadasu sakana ga
自意識の海を泳ぐ
jiishiki no umi wo oyogu
垂れ流した血の匂いが立ちこめる
tare nagashita chi no nioi ga tachikomeru

黒い星が
kuroi hoshi ga
黒い星が
kuroi hoshi ga
黒い星が
kuroi hoshi ga
黒い星が
kuroi hoshi ga
黒い星が
kuroi hoshi ga
黒い星が
kuroi hoshi ga
黒い星が
kuroi hoshi ga
黒い星が
kuroi hoshi ga
私を見ている ああ
watashi wo mite iru aa
死んだ変数で繰り返す
shinda hensuu de kurikaesu
数え事が孕んだ熱
kazoegoto ga haranda netsu
どこに送るあても無く
doko ni okuru aitemu naku
あわれな独り言を記している
aware na hitorigoto wo kishi te iru

泣いた細胞が海に戻る
naita saibo ga umi ni modoru
世迷言がへばりつく
yomeigoto ga hebari tsuku
燕が描いた軌跡を
tsubame ga egaita kiseki wo
なぞるように灰色の雲が来ている
nazoru you ni haiiro no kumo ga kite iru
編んだ名誉で明日を乞う
anda meiyo de ashita wo kou
希望で手が汚れてる
kibou de te ga yogoreteru
あなたの澄んだ瞳の
anata no sunda hitomi no
色をした星に問いかけている
iro wo shita hoshi ni toikakete iru

手を取り合い
te wo tori ai
愛し合えたら
aishiaetara
ついに叶わなかった夢を殺す
tsuini kanawanakatta yume wo korosu
思考の成れ果て
shikou no narehate
その中枢には熱異常が起こっている
sono chuusuu ni wa netsu ijou ga okotte iru
現実じゃない
genjitsu janai
こんなの
konnano
現実じゃない
genjitsu janai
こんなの
konnano
現実じゃない
genjitsu janai
こんなの
konnano
現実じゃない
genjitsu janai
こんなの
konnano
耐えられないの
taerarenai no

とうに潰れていた喉
tou ni tsuburete ita nodo
叫んだ音は既に列を成さないで
sake nda oto wa sudeni retsu wo nasanai de
安楽椅子の上
anraku isu no ue
腐りきった三日月が笑っている
kuzuri kitta mikazuki ga waratte iru
もう
mou
すぐそこまで
sugu soko made
すぐそこまで
sugu soko made
すぐそこまで
sugu soko made
すぐそこまで
sugu soko made
すぐそこまで
sugu soko made
すぐそこまで
sugu soko made
すぐそこまで
sugu soko made
すぐそこまで
sugu soko made
なにかが来ている
nanika ga kite iru

Calor Anormal (熱異常)

Morrendo em variáveis repetidas
O calor que brota das contagens
Sem saber pra onde enviar
Anotações de um lamento solitário

Como um choque elétrico
O medo se mistura nas veias
Atrás da densa fumaça de partículas
Uma foice negra me persegue
Apaguei, mas
Apaguei, mas
Apaguei, mas
Apaguei, mas
Apaguei, mas
Apaguei, mas
Apaguei, mas
Apaguei, mas
Não some nunca

A garganta já estava destruída
O grito não forma mais filas
Em uma poltrona
Uma lua minguante podre ri
Já
Está tão perto
Está tão perto
Está tão perto
Está tão perto
Está tão perto
Está tão perto
Está tão perto
Está tão perto
Algo está vindo

Depois de chorar alto
As pessoas ateiam fogo à bandeira da salvação
Beijando a coleção
Os esqueletos se acomodam no caixão
De novo
Está tudo errado
Está tudo errado
Está tudo errado
Está tudo errado
Está tudo errado
Está tudo errado
Está tudo errado
Está tudo errado
Sussurraram assim

Se houvesse um paraíso
Onde todos fossem salvos eternamente
Os adultos que diziam isso
Entraram em um barco que explodiu
Estrelas negras
Estrelas negras
Estrelas negras
Estrelas negras
Estrelas negras
Estrelas negras
Estrelas negras
Estrelas negras
Estão nos observando

O brilho que chora fere os olhos
O sino da despedida toca
A história feita por Deus
Tem o gosto da areia
Morrendo em variáveis repetidas
O calor que brota das contagens
Questionando a estrela
Na cor dos seus olhos claros
A tristeza que não consigo pegar
Acaba escorrendo e virando sal

Oração
Sofrimento
Compaixão
Até a piedade
Logo terá um preço
Agora, mesmo que eu me vire
Me vire
Me vire
Me vire
Me vire
Me vire
Me vire
O grito que ecoa
É a entrega da felicidade
Um peixe que ensina isso
Navega no mar da autoconsciência
O cheiro do sangue derramado paira

Estrelas negras
Estrelas negras
Estrelas negras
Estrelas negras
Estrelas negras
Estrelas negras
Estrelas negras
Estrelas negras
Estão me observando, ah
Morrendo em variáveis repetidas
O calor que brota das contagens
Sem saber pra onde enviar
Anotações de um lamento solitário

As células que choram voltam ao mar
Palavras sem sentido grudam
Nuvens cinzas vêm
Seguindo a trilha que a andorinha desenhou
Pedindo o amanhã com honra trançada
As mãos sujas de esperança
Questionando a estrela
Na cor dos seus olhos claros

Se pudéssemos nos unir
E amar um ao outro
Finalmente matando o sonho que não se realizou
O que sobrou do pensamento
No seu núcleo, um calor anormal
Não é real
Nada disso
Não é real
Nada disso
Não é real
Nada disso
Não é real
Nada disso
Não aguento mais

A garganta já estava destruída
O grito não forma mais filas
Em uma poltrona
Uma lua minguante podre ri
Já
Está tão perto
Está tão perto
Está tão perto
Está tão perto
Está tão perto
Está tão perto
Está tão perto
Está tão perto
Algo está vindo

Composição: いよわ (Iyowa)