Alias
Con su alias
El poder adquiso
En la calle siempre izo lo que quiso
Casi siempre tuvo pulso
El caia una vez
Volvía tomaba impulso
Aquel gordo pez
Como un cuchillo afilado a doble hoja
Se camina a diario por la cuerda larga y floja
En las calles se vive al margen
El código se respeta
Coma callado no sea sapo y no se meta
El es buscado
Siempre anda azorado
Es reo ausente
Algunas cuentas pendientes
Es llamado alias
En el bajo mundo
Este es un tema grande fuerte y muy profundo
Es el más buscado
Algunos pocos ya lo vieron
Los rumores dicen que como que lo cogieron
Entre farra y tienda siempre el arma contienda
Siempre hubieron bases
Siempre tuvo ases
Mosca que llegaron
Los perros voraces
CORO:
Con su alias poder adquiso en la calle
siempre hizo lo que quiso lo ha visto
no hable su alias intocable
Con su alias respeto aquí hizo en la calle
siempre hizo lo que quiso lo ha visto
no hable su alias intocable
Na nada el intocable ya no esta
El retrato que se ha hablado
ya se encuentra distribuido
No se sabe donde
Done sea emiscuido
Sus esquinas con orejas nunca dieron quejas
Eran secunderas
Nunca pasajeras
Compañeros el tenia
La farra ya venia
Fue participe de orgías que común
Era el vicio
Dias tras dias hasta llegar a comprarse vicio
Con su alias respeto adquiso
En la calle siempre hizo lo que quiso poder
y dinero obtuvo primero
La envidia se encendió
Y un perro lo vendió
CORO
Con ojos vendados en la balanza dijo eyy
has caido ya en las garras de la leyyy
Has caido de la cuerda en su sierre cuerda a comer mierda
Es un mundo lleno de ilusiones
Mundo lleno de conceptos lleno de visiones
Mosca con las fieras dijo alias domador
te descuidas un momento y eres perdedor
Vuela el rumor
Todo se supo
A fulano lo maldigo lo mato
y lo escupo pase lo que tenga que pasar
Como sea
Esta vez el factor no fue el azar
Que paso en la esquina
Se dice que hay un fulano
Tan raro si era tan bueno y tan sano
(Ojos de rana, renacuajo)
CORO (X2)
Apelido
Com seu apelido
O poder adquiriu
Na rua sempre fez o que quis
Quase sempre teve pulso
Ele caía uma vez
Voltava, tomava impulso
Aquele gordo peixe
Como uma faca afiada de dois gumes
Se caminha todo dia na corda bamba
Nas ruas se vive à margem
O código se respeita
Cala a boca, não seja fofoqueiro e não se meta
Ele é procurado
Sempre anda assustado
É réu ausente
Algumas contas pendentes
É chamado de apelido
No submundo
Esse é um tema grande, forte e muito profundo
É o mais procurado
Alguns poucos já o viram
Os rumores dizem que parece que o pegaram
Entre farra e loja sempre a arma em disputa
Sempre houve bases
Sempre teve ases
Cuidado que chegaram
Os cães vorazes
CORO:
Com seu apelido, poder adquiriu na rua
Sempre fez o que quis, já viu
Não fale, seu apelido é intocável
Com seu apelido, respeito aqui fez na rua
Sempre fez o que quis, já viu
Não fale, seu apelido é intocável
Na boa, o intocável já não está
O retrato que se falou
Já está sendo distribuído
Não se sabe onde
Onde quer que esteja
Suas esquinas com ouvidos nunca deram queixas
Eram secundárias
Nunca passageiras
Companheiros ele tinha
A farra já vinha
Foi participante de orgias que eram comuns
Era o vício
Dias após dias até chegar a se viciar
Com seu apelido, respeito adquiriu
Na rua sempre fez o que quis, poder
E dinheiro obteve primeiro
A inveja se acendeu
E um cão o vendeu
CORO
Com os olhos vendados na balança disse eyy
Você caiu já nas garras da lei
Caiu da corda, na sua queda, a comer merda
É um mundo cheio de ilusões
Mundo cheio de conceitos, cheio de visões
Cuidado com as feras, disse o apelido domador
Você se descuida um momento e é perdedor
Voa o rumor
Tudo se soube
A fulano eu amaldiçoo, mato
E cuspo, passe o que tiver que passar
Como for
Dessa vez o fator não foi o acaso
O que aconteceu na esquina
Dizem que tem um fulano
Tão raro, se era tão bom e tão são
(Olhos de rã, renacuajo)
CORO (X2)