L'uomo Infesta
Muori! L'aldila non c'è
Ne pietà tra le urla
urla ancora, urla ancora
Ciò che distingue l'essere umano non é l'intelletto ma é l'odio
urla ancora, ancora
Guarda / Vede
Il nero dentro ai suoi occhi é lo specchio dell'anima
Triste / Mente
Negando la realtà dinnanzi allo sguardo, ma è l'acqua che scivola sulle macchie di sangue che tingono i muri
Da Genova a Guanthanamo ad Abu Graib
Le scuole dove l'uomo tramanda il rispetto
L'uomo infesta terra mari e cieli
E sventola i vessilli di civiltà
Da sempre è sempre stato semplice
Lavare il sangue via dal volto
Il mondo, il mondo
Versa lacrime
Sopra la cenere
Aushwitz inizia quando si guarda a un macello
pensando sono soltamente animali
Vesti nere e cappuccio da boia
Chi si adegua é colpevole quanto il mandante
Per sempre e sempre sarà semplice
Lavare il sangue via dal volto
Toccare il fondo
è fingere
Che siano favole
Silenzio
Abbassa
Lo sguardo
Pesa bene le tue parole
Silenzio
Eterno
Rimorso
Rivivi tutti gli attimi neri
Per sempre
Il mondo, il mondo versa lacrime
Polvere e nuvole
Cimiteri di anime
Senza fiori ne lapidi
O Homem Infesta
Morra! O além não existe
Nem piedade entre os gritos
grite mais, grite mais
O que distingue o ser humano não é o intelecto, mas é o ódio
grite mais, mais
Olha / Vê
O negro dentro dos seus olhos é o espelho da alma
Triste / Mente
Negando a realidade diante do olhar, mas é a água que escorrega nas manchas de sangue que tingem as paredes
De Gênova a Guantânamo a Abu Ghraib
As escolas onde o homem transmite o respeito
O homem infesta terras, mares e céus
E agita os estandartes da civilização
Desde sempre foi sempre simples
Lavar o sangue do rosto
O mundo, o mundo
Derrama lágrimas
Sobre as cinzas
Auschwitz começa quando se olha para um abatedouro
pensando que são apenas animais
Vestes negras e capuz de carrasco
Quem se adapta é tão culpado quanto o mandante
Para sempre e sempre será simples
Lavar o sangue do rosto
Tocar o fundo
é fingir
Que sejam contos de fadas
Silêncio
Baixe
O olhar
Pese bem suas palavras
Silêncio
Eterno
Remorso
Reviva todos os momentos sombrios
Para sempre
O mundo, o mundo derrama lágrimas
Poeira e nuvens
Cemitérios de almas
Sem flores nem lápides