O Vita, o Vita
U focu mette in pulvina
Centu machje pampanute
Ma in le ceppe radicute
U suchju piglia è camina
È camina
Compie ùn annu à mala pena
Da stagioni troppu incerte
In le lenze cori aperte
A manu torna è sumena
È sumena
Ripigliu :
Pè issa forza ch’è tù movi
Quandu hè tempu di rinnovi
Pè a vita in locu nudu
O vita o vita ti cantu è lodu
Cara una voca s’accheta
Per ella hè sonata l’ora
È po fresca ch’innamora
Un’antra nasce è si pesa
È si pesa
D’un amore inseculatu
Libru pare ghjuntu à fine
À cantà e so matine
Più ch’è mai n’emu fiatu
N’emu fiatu
Ripigliu :
Pè issa forza ch’è tù movi
Quand’hè tempu di rinnovi
Pè a vita in locu mutu
O vita o vita ti cantu è lodu} bissu
A Vida, a Vida
O foco tá na poeira
Cem marcas de saudade
Mas nas raízes fincadas
O suco pega e caminha
E caminha
Completa um ano com dificuldade
Das estações muito incertas
Nas redes, corações abertos
A mão volta e se entrega
E se entrega
Refrão:
Pela força que é você que move
Quando é hora de renovação
Pela vida em lugar vazio
Oh vida, oh vida, eu canto e louvo
Querida, uma voz se cala
Pra ela já soou a hora
E então fresca que enamora
Uma outra nasce e se pesa
E se pesa
De um amor enraizado
Livro parece ter chegado ao fim
Pra cantar suas manhãs
Mais do que nunca temos fôlego
Temos fôlego
Refrão:
Pela força que é você que move
Quando é hora de renovação
Pela vida em lugar mudo
Oh vida, oh vida, eu canto e louvo