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A Reforma

A Rebours

The Reformation

Trawling the past for answers to the questions of darker days.
And there's a thirst for more than the pale truth betrays...
...For old clichés
...For conclusions delayed...

The more you "know" yourself, the less of you I know.
Or rather, the more of you I miss.

Serendipity's a disguise for your destiny's slow demise.
This entropy is rendering your autonomy compromised.
The dichotomy just clarifies that discoveries are made of lies.
Identity goes hand in hand with gullibility; hence, the new you.

Mapping the walls within the fortuneteller's maze.
And paraphrasing your indiscretions in a language out of phase
Like withered bouquets, like desire's decay.

The more you "know" yourself the less of me you know.
Or rather, the more of me you'll miss.

Serendipity's a disguise for your destiny's slow demise.
This entropy is rendering your autonomy compromised.
The dichotomy just clarifies that discoveries are made of lies.
Identity goes hand in hand with gullibility;
Hence, the new you.

What's never been addressed, or gotten off your chest
Leaves you dispossessed in your own skin.
This plea to transcend, an excuse to pretend.
New beginnings are just another end.
With a dram of nepenthe, this "you" is a fait accompli.

Serendipity's a disguise for your destiny's slow demise.
This entropy is rendering your autonomy compromised.
The dichotomy just clarifies that discoveries are made of lies.
Identity goes hand in hand with gullibility;
hence, the new you...

A Reforma

Vasculhando o passado em busca de respostas para as perguntas de dias sombrios.
E há uma sede por mais do que a pálida verdade revela...
...Por velhos clichês
...Por conclusões adiadas...

Quanto mais você "se conhece", menos de você eu conheço.
Ou melhor, quanto mais de você eu sinto falta.

A serendipidade é um disfarce para a lenta queda do seu destino.
Essa entropia está comprometendo sua autonomia.
A dicotomia apenas esclarece que descobertas são feitas de mentiras.
A identidade anda de mãos dadas com a credulidade; portanto, o novo você.

Mapeando as paredes dentro do labirinto da cartomante.
E parafraseando suas indiscrições em uma linguagem fora de sintonia
Como buquês murchos, como a decadência do desejo.

Quanto mais você "se conhece", menos de mim você conhece.
Ou melhor, quanto mais de mim você vai sentir falta.

A serendipidade é um disfarce para a lenta queda do seu destino.
Essa entropia está comprometendo sua autonomia.
A dicotomia apenas esclarece que descobertas são feitas de mentiras.
A identidade anda de mãos dadas com a credulidade;
Portanto, o novo você.

O que nunca foi abordado, ou tirado do seu peito
Deixa você despojado na sua própria pele.
Esse apelo para transcender, uma desculpa para fingir.
Novos começos são apenas mais um fim.
Com uma dose de nepente, esse "você" é um fato consumado.

A serendipidade é um disfarce para a lenta queda do seu destino.
Essa entropia está comprometendo sua autonomia.
A dicotomia apenas esclarece que descobertas são feitas de mentiras.
A identidade anda de mãos dadas com a credulidade;
Portanto, o novo você...

Composição: Ian Stone