exibições de letras 85

Cortes de Navalha À Fogo Lento

A Trupe Poligodélica

Letra

    Flores armadas na pele
    Sol e a ante-pele da alma
    Curva e mais curva e mais breve
    Rápidas como navalhas

    Eu não paro de vibrar, se eu paro
    Para o mundo de andar
    Me falta o ar profundo
    Flashs que não são de celular
    Gritos de cão miúdo
    Luzes de acender no escuro
    Calmaria e mais tumulto só pra a gente não se acostumar
    Viver com o peito mudo
    Sei que faz sentido tudo
    A gente é que tem medo de amar

    Cinza, nublado desfecho
    Negros de recéns asfaltos
    Sangue, saliva e sobejo
    Vermelhos rubros ralados

    Gaze e remédio pra febre
    Gás solto dentro de casa
    Fósforo acesos em neve
    Gaze de ataduras gastas

    Eu não paro de vibrar, se eu paro
    Para o mundo de andar
    Me falta o ar profundo
    Flashs que não são de celular
    Gritos de cão miúdo
    Luzes de acender no escuro

    Calmaria e mais tumulto só pra a gente não se acostumar
    Viver com o peito mudo
    Sei que faz sentido tudo
    A gente é que tem medo de amar

    Composição: Fatel, Luis Fellipe Melo Neto, Ciro Cavalcanti de Andrade, Alvin Soares, Victoria Duarte. Essa informação está errada? Nos avise.

    Comentários

    Envie dúvidas, explicações e curiosidades sobre a letra

    0 / 500

    Faça parte  dessa comunidade 

    Tire dúvidas sobre idiomas, interaja com outros fãs de A Trupe Poligodélica e vá além da letra da música.

    Conheça o Letras Academy

    Enviar para a central de dúvidas?

    Dúvidas enviadas podem receber respostas de professores e alunos da plataforma.

    Fixe este conteúdo com a aula:

    0 / 500

    Opções de seleção