Medios De Incomunicacion
[Verso 1: Lumier]
Nos rascamos como simios!
Picores por la invasión de los medios,
residuos asiduos a emitir juicios sin criterio,
artículos insípidos que te llevan al tedio,
con el único objetivo de ser famoso en el gremio,
periodistas! Suben su caché con entrevistas!
A yankees artistas pá portada en su revista,
no hay ningún nombre propio que encabece mi lista,
para nadie en concreto, hablando en general me crispan,
me encrespan, aquí están los mendas que les dan gresca,
en molestar se ceban en cuanto la mierda apesta,
y esta huele y no de cerca ya de lejos se detecta,
y cada mes más almas adeptas se suscriben a esa secta,
promocionan a colegas como superventas,
si no hay pegada la inventan, de mentiras se sustentan,
a los chavales de ilusiones les alimentan,
y lloran cuando se encuentran que en tarimas les revientan, ¡los más bestias!
Demencia temporal, verbal ballesta,
el chaval este os proyecta, si el Es.T pone la orquesta!
El cielo azul celeste está, contéstenme en esta encuesta,
si de costa oeste visten de veras gustarán más?
No lo creo, veo el contenido feo de un tebeo,
cuando ojeo y leo en un Fanzine tan claro mangoneo,
maquetas mal comentadas supongo porque es más fácil,
tener un público frágil que se trague su chorreo.
[Verso 2: Rayden]
Arto ya de ver como los medios no son serios, son de broma,
ahora parece estar de moda hacer el rap, informa,
de como puedes hacer graffitis en diez pasos,
más despacio, no, no paso por haceros de payaso, paso,
yo por el aro, retienen reparo en mostrarte una parodia,
la imagen que dan no va a mi trayectoria, se-será de coña,
me destroza tanto anuncio, tanto .. y mofa, la prensa será otra cosa.
[Estribillo: A3bandas] x2
Son débiles! Frágiles! Títeres bajo mis pies!
Fanzines! Íteles! Medios de bajo interés!
Miénteme y dime si quieres que no les eres fiel!
Miénteme y dime si quieres que no hay ná mejor que hacer!
[Verso 3: Rayden]
No sé por qué siempre que abro un revista veo otro enfoque,
si el azote de la profesionalidad, no se reboten,
como deporte torpes crean totems, idolatran dotes,
tomen coces, voces dóciles para que digan: joder;
y así quieren venderte una mierda por cobre,
colegueo pobres hace enormes, hombre no me estorben,
no, harto de artículos sin firmas, sin final que enfilan,
a un chaval que arriman no atina si eres ánima,
apunta letras, hablan por inercia a ciencia cierta,
y mi ciencia se basa en criticar, inventar bajo un avatar,
desatar, desfasan, su mejor baza me cansa y así pasa,
que a la cara nadie habla, todos callan!
Ya, es un arma llamada chisme,
existe ver el poder de convicción que tiene un rumor, es un quiste,
un tumor, un chiste sin humor,
un muro de contención, es como un tic, un dique, explíqueme, dime quien te dirige,
y es que, al contrario de todo en esta vida,
todo lo que hagas o digas al rimar siempre se lee entre líneas,
por eso será que me miran con lupa,
tú preocupa si ocupa mi tiempo el ocultar las cosas como tú haces, puta,
a mi me daña quien me quiere y no me atre,
sinceramente no me influye, por su peso todo cae,
y no me engañan, no, vayan a contarle ese cuento a otro,
que ya estoy empezando a perder oido de hacerme tanto el sordo.
[Verso 4: Lumier]
Medios de incomunicación, misión filón en un talón,
cuestión porque programación tendrán opción en tu salón,
listón, audiencia de un millón o dos frente al televisor,
visión la de un comercio experto en excrementos con tirón,
presto tal formol! Que más de uno ya está en el bote,
sé que van de chupagol y quieren marcar de rebote,
perdonen que me rebote pero es que no te lo azota,
hierve O.T., del con T de Torpe y del Aquí Hay Lingote.
{Scratches}
[Estribillo: A3bandas] x2
Son débiles! Frágiles! Títeres bajo mis pies!
Fancines! Íteles! Medios de bajo interés!
Miénteme y dime si quieres que no les eres fiel!
Miénteme y dime si quieres que no hay ná mejor que hacer!
Meios de Comunicação
[Verso 1: Lumier]
Nos coçamos como macacos!
Coceiras pela invasão da mídia,
resíduos que sempre emitem julgamentos sem critério,
artigos sem graça que te levam ao tédio,
com o único objetivo de ser famoso no meio,
jornalistas! Aumentam seu prestígio com entrevistas!
A artistas gringos pra capa da revista,
não há nenhum nome que encabece minha lista,
para ninguém em específico, falando de forma geral me irritam,
me deixam puto, aqui estão os caras que causam confusão,
se empolgam em perturbar quando a merda fede,
e essa fede e não de perto, já de longe se percebe,
e a cada mês mais almas se inscrevem nessa seita,
promovem colegas como se fossem best-sellers,
se não tem sucesso, eles inventam, de mentiras se sustentam,
para os jovens de ilusões eles alimentam,
e choram quando descobrem que nos palcos eles se ferram, os mais brutos!
Demência temporária, verbal como uma besta,
esse garoto projeta, se o Es.T coloca a orquestra!
O céu azul celeste está, respondam-me nessa pesquisa,
se da costa oeste vestirem de verdade, vão agradar mais?
Não acredito, vejo o conteúdo feio de uma revista em quadrinhos,
quando folheio e leio em um Fanzine tão claro, manipulação,
maquetes mal comentadas, suponho que é mais fácil,
ter um público frágil que engula seu blá blá blá.
[Verso 2: Rayden]
Cansado de ver como a mídia não é séria, é uma piada,
hora parece estar na moda fazer rap, informa,
de como você pode fazer grafites em dez passos,
más devagar, não, não vou fazer de palhaço, não vou,
eu não vou entrar na sua, retêm a hesitação em te mostrar uma paródia,
a imagem que dão não vai na minha trajetória, será uma brincadeira,
me destrói tanto anúncio, tanto .. e zombaria, a imprensa será outra coisa.
[Estribillo: A3bandas] x2
São fracos! Frágeis! Fantoches sob meus pés!
Fanzines! Íteles! Meios de baixo interesse!
Minta pra mim e diga se quer que não é fiel a eles!
Minta pra mim e diga se quer que não há nada melhor pra fazer!
[Verso 3: Rayden]
Não sei por que sempre que abro uma revista vejo outro enfoque,
se o golpe da profissionalidade, não se rebatem,
como esporte, criam totens, idolatram talentos,
tomem chutes, vozes dóceis para que digam: caramba;
e assim querem te vender uma merda por cobre,
colegas pobres fazem enormes, cara, não me atrapalhem,
não, cansado de artigos sem assinaturas, sem final que alinhem,
a um garoto que se aproximam não acerta se é alma,
aponta letras, falam por inércia a ciência certa,
e minha ciência se baseia em criticar, inventar sob um avatar,
desatar, desfazem, sua melhor carta me cansa e assim passa,
que na cara ninguém fala, todos ficam calados!
É, é uma arma chamada fofoca,
existe ver o poder de convicção que um rumor tem, é um cisto,
um tumor, uma piada sem humor,
um muro de contenção, é como um tique, uma represa, explique-me, diga quem te dirige,
e é que, ao contrário de tudo nesta vida,
tudo que você fizer ou disser rimando sempre se lê entrelinhas,
por isso será que me olham com lupa,
você se preocupa se ocupa meu tempo em esconder as coisas como você faz, sua vadia,
a mim me machuca quem me quer e não me atre,
sinceramente não me influencia, por seu peso tudo cai,
e não me enganam, não, vão contar essa história pra outro,
que já estou começando a perder a audição de tanto me fazer de surdo.
[Verso 4: Lumier]
Meios de comunicação, missão filão em um calcanhar,
questão porque programação terão opção no seu salão,
nível, audiência de um milhão ou dois frente à televisão,
visão a de um comércio expert em excrementos com apelo,
presto tal formol! Que mais de um já está na jogada,
sabem que vão de chupador e querem marcar de rebote,
perdoem que me revolte mas é que não te atinge,
ferve O.T., do com T de Tonto e do Aqui Tem Lingote.
{Scratches}
[Estribillo: A3bandas] x2
São fracos! Frágeis! Fantoches sob meus pés!
Fanzines! Íteles! Meios de baixo interesse!
Minta pra mim e diga se quer que não é fiel a eles!
Minta pra mim e diga se quer que não há nada melhor pra fazer!