Pasion Turca
[La Prima]
Aunque dejen de soplar la velas de mi barco
Aunque apaguen las estrellas
Pienso encontrar el camino de vuelta
Que me arrastre a buen puerto
[Rayden]
Yo! Represento a mi amor a esto en cada texto como la Pasión Turca
Me catapulta a lugares donde nadie busca, caza y captura
Lares, ciudad oscura, donde culpa al sultán
De cantar, multa al tempo del tam tam que educa
Expulsa cantos sobre un manto que te arropa
Que te azotan formas, otras sobras hablan de su ego, sobran
Mi amor al rap me da mi propia recompensa
Que va por encima de criticas o riñas son rimas sin más
Mi vida, letra, fe y varias líneas
Tantas paginas sin firmas que critican tu autoestima
Llámalo como el romance persa
Aquel que desde el primer beso se poso sin prisa y se hizo preso a mi pesar
A mi pensar, me llegan los temas que algo te llenan
Que te dicen o te cuentas lemas, moraleja extrema expresa, siempre
Pa` una métrica compleja conlleva refleja el odio
Me refugio en folios cuando poco pueden otros
Mente inquieta, mi madre me recuerda en fotos
Como el niño de sus ojos pero rap como un estorbo, todo un logro
Si en cada bolo enamoro devoto del rap
mejor esposo de su néctar, vete y peta como el amor propio
pasión turca, la misma que deja el bello de punta
que desnuca en muda, musa de la música,
su misa escucha en este año, ir al grano
lo que a mi mas me preocupa es que con este amor no puedo ir de la mano
[Ehler Danloss]
A mi el rap me da, me quita
Boom bap hace que me vuelva loco, me excita
Paso malos ratos por él
Sentao` engorilao con un papel
Luís Daniel antes lo tenia como afición
Ahora escribe por inercia, vive con mucha presión
A causado situaciones de violencia y pasión
A dos carrillos, con A3Bandas, todo es experiencia
Con el rap follé, también perdí colegas
Cal, arena, cuatro años de entrega
Escribir lyrics, romper los beats y pasarme el lápiz
Cargarme el beat con esta skill, volverme más hábil
Dos días de viaje, poner pasta, cansancio y
Ver un concierto recién llegao sin descanso
Me agota, me siento idiota haciendo el ganso
Con público con seis notas que no me hacen caso
Se extrañan de qué cobre siendo un maketero
Pensando en el dinero el cabrón manos de alambre
El rap me daña tanto, me quita tiempo, me vuelve tonto
¿vivir de esto? Moriría de hambre
Me agregan cien chavales quinceañeros y chilenos
Grupis que no están en su cabales que solo molestan
frikis que me rulan instrumentales que apestan
quieren que hagan una colaboración pa` su demo
[La Prima]
Aunque dejen de soplar la velas de mi barco
Aunque apaguen las estrellas
Pienso encontrar el camino de vuelta
Que me arrastre a buen puerto
[Alexo]
Me emborracho de rap, de flow. Sufro su resaca.
Me camuflo dando tumbos, lanzo combos de palabras
Avanzo y veo doble, ¿porque nadie me echa un cable?
La muerte me abrazaba y se aferraba amablemente por hacerme un hueco con su gente ¡sobredosis!
Hay tráfico de frases en el hígado y mi chasis que se abolla casi.
Trágico final fatídico, etílico, mi líbido es el líquido que hervido es como un hibrido, ¡uh!
Tengo la enfermedad, rapadicto sin saciar, recapacito al despertar.
Necesito algo de paz, ¿más qué? ¡Más rimas!
Cualquier cosa comparada me parece ínfima, ¡lástima!
Abusar, es la causa de este malestar...
Duele la cabeza y no para de molestar...
El estómago protesta, ya duela la traquea,
mi próstata constata que tanto hip hop noquea...
Tengo diarrea de rap, Domingo que acarrea meditar, resucitar como un vikingo,
la semana por la delante y sigo...
Escondido escribo manuscritos, sobre ritmos, grito cuando rimo, tío.
Voy fatal, lo echo en falta... ese sabor a malta en la boca que ya puedo olvidar, man.
Cada finde de mi vida, nueva recaída, da igual lo que beba, el rap es mi bebida.
[Lumier]
Mi pasión sin compasión me aporta esta presión de pecho
Por ser un fumao en mi pulmón derecho lo dejé maltrecho
Acecho al malhechor que fusiono su pop
Desmereciendo el hip hop, moviendo se por despecho
Mal hecho por vendar tu hucha
aunque te queda un largo trecho y tienes que estar cachas
pa` gustar a esas muchachas que compran la Vale o la Raggatza
agacha, engancha la avalancha que tacha y mancha si escuchan
Cuatros borrachos se encaminan al local
y el de seguridad les mira mal y nos le va a dejar pasar
así que se vuelven al Trinchi pa` privar, improvisar
demostrar y desatar su Pasión Turca,
apártale el burka y deja que sus ojos luzcan
que traspase aquel umbral sombrío y su voz me seduzca
llama a la música sea mágica pasión que nunca
te dejo solo en la cama aunque reinara la penumbra
lo mas cercano a una relación de amor y odio
temes la sala vacía, llena parecerías serio
como un gimnasta llena tus manos de sodio
y haz piruetas pa` dejar al contrario sin decibelios
necio gasta en medios, preocúpate del sonido
esta Pasión te puedo convertir en kie aun siendo tímido
mide tu libido y que no te ciegue el vértigo amigo
que el miedo escénico no te deje vendido
[Scratches DJ Mesh][La Prima]
Aunque dejen de soplar la velas de mi barco
Aunque apaguen las estrellas
Pienso encontrar el camino de vuelta
Que me arrastre a buen puerto
Paixão Turca
[A Prima]
Mesmo que parem de soprar as velas do meu barco
Mesmo que apaguem as estrelas
Eu penso em encontrar o caminho de volta
Que me leve a um bom porto
[Rayden]
Yo! Represento meu amor em cada texto como a Paixão Turca
Me catapulta a lugares onde ninguém busca, caça e captura
Lares, cidade escura, onde culpa o sultão
De cantar, multa ao tempo do tam tam que educa
Expulsa cantos sobre um manto que te envolve
Que te açoitam formas, outras sobras falam do seu ego, sobram
Meu amor pelo rap me dá minha própria recompensa
Que vai além de críticas ou brigas, são rimas sem mais
Minha vida, letra, fé e várias linhas
Tantas páginas sem assinaturas que criticam sua autoestima
Chame como o romance persa
Aquele que desde o primeiro beijo se instalou sem pressa e se fez preso ao meu pesar
A meu pensar, me chegam os temas que algo te preenchem
Que te dizem ou te contam lemas, moral extrema expressa, sempre
Pra uma métrica complexa que reflete o ódio
Me refugio em folhas quando pouco podem outros
Mente inquieta, minha mãe me lembra em fotos
Como o menino dos seus olhos, mas rap como um estorvo, todo um logro
Se em cada show eu encanto, devoto do rap
Melhor esposo do seu néctar, vai e estoura como o amor próprio
paixão turca, a mesma que deixa os pelos em pé
que desnuca em mudez, musa da música,
sua missa escuta neste ano, ir ao ponto
o que mais me preocupa é que com esse amor não posso ir de mãos dadas
[Ehler Danloss]
Pra mim o rap me dá, me tira
Boom bap faz eu ficar louco, me excita
Passo maus bocados por ele
Sentado, agoniado com um papel
Luís Daniel antes tinha como hobby
Agora escreve por inércia, vive sob muita pressão
Causou situações de violência e paixão
A dois carrinhos, com A3Bandas, tudo é experiência
Com o rap transitei, também perdi colegas
Cal, areia, quatro anos de entrega
Escrever letras, quebrar os beats e passar o lápis
Carregar o beat com essa habilidade, me tornar mais ágil
Dois dias de viagem, colocar grana, cansaço e
Ver um show recém-chegado sem descanso
Me esgota, me sinto idiota fazendo palhaçada
Com público com seis notas que não me dão atenção
Se espantam de que eu cobre sendo um maketero
Pensando no dinheiro, o cabrão mãos de arame
O rap me machuca tanto, me tira tempo, me deixa burro
Viver disso? Eu morreria de fome
Me adicionam cem moleques de quinze anos e chilenos
Grupis que não estão em seu juízo que só incomodam
Frikis que me mandam instrumentais que fedem
Querem que eu faça uma colaboração pro seu demo
[A Prima]
Mesmo que parem de soprar as velas do meu barco
Mesmo que apaguem as estrelas
Eu penso em encontrar o caminho de volta
Que me leve a um bom porto
[Alexo]
Me embriago de rap, de flow. Sofro sua ressaca.
Me camuflo dando tumbos, lanço combos de palavras
Avanço e vejo em dobro, por que ninguém me dá uma mão?
A morte me abraçava e se agarrava gentilmente pra me fazer um espaço com sua gente, overdose!
Há tráfico de frases no fígado e meu chassi que se amassa quase.
Trágico final fatídico, etílico, minha libido é o líquido que fervido é como um híbrido, uh!
Tenho a doença, rapadicto sem saciar, reflito ao acordar.
Preciso de algo de paz, mais o quê? Mais rimas!
Qualquer coisa comparada me parece ínfima, que pena!
Abusar, é a causa deste mal-estar...
Dói a cabeça e não para de incomodar...
O estômago protesta, já dói a traqueia,
minha próstata constata que tanto hip hop nocauteia...
Tenho diarreia de rap, domingo que traz meditar, ressuscitar como um viking,
a semana pela frente e sigo...
Escondido escrevo manuscritos, sobre ritmos, grito quando rimo, cara.
Vou mal, sinto falta... daquele sabor de malte na boca que já posso esquecer, mano.
Cada fim de semana da minha vida, nova recaída, não importa o que eu beba, o rap é minha bebida.
[Lumier]
Minha paixão sem compaixão me traz essa pressão no peito
Por ser um fumado no meu pulmão direito, o deixei maltratado
Acerco o malfeitor que fundiu seu pop
Desmerecendo o hip hop, se movendo por despeito
Mal feito por vendar seu cofre
Embora você tenha um longo caminho e tenha que estar em forma
Pra agradar aquelas garotas que compram a Vale ou a Raggatza
Abaixa, pega a avalanche que tacha e mancha se escutam
Quatro bêbados se encaminham pro local
E o segurança os olha mal e não vai deixá-los passar
Então eles voltam pro Trinchi pra se divertir, improvisar
Demonstrar e soltar sua Paixão Turca,
Afaste o burka e deixe que seus olhos brilhem
Que ultrapasse aquele limiar sombrio e sua voz me seduza
Chame a música, seja mágica, paixão que nunca
Te deixo sozinho na cama, embora reinasse a penumbra
O mais próximo de uma relação de amor e ódio
Teme a sala vazia, cheia pareceria sério
Como um ginasta, encha suas mãos de sódio
E faça piruetas pra deixar o outro sem decibéis
Nécio gasta em meios, preocupe-se com o som
Essa Paixão pode te transformar em kie mesmo sendo tímido
Meça sua libido e que não te cega o vertigem amigo
Que o medo do palco não te deixe vendido
[Scratches DJ Mesh][A Prima]
Mesmo que parem de soprar as velas do meu barco
Mesmo que apaguem as estrelas
Eu penso em encontrar o caminho de volta
Que me leve a um bom porto