Summer Storms
Gauging out of a corner of the eye at an angle
Futures thus declaring themselves at the discretion of each other
We culminate in this pure language so that
In presence of you we wont even need to flee
Within constant-framed
While tramping on the sandmound
Tell now of its side
« Caught a glimpse at the mound
Even threw in a mountain
Though in palesome moment
Felt as if I had passed out »
Walking on the mountain
A dust spectre wrinkling down the earth-saturating current
Violet-shattered veins darkening ( the ) hemisphere
Ocular specks whip the caducious leaves up warming towards dawning
At dusk as tracing the curve of chorus moons now earthed
now white-glowing trails fleeting in
A sediment born to fertilizing a fracturing if not the sky gathering up
Ridging the swelling flowing into sculptural, mouthed-out iciclings
Sparklings of light shivering now patterned, now past to sunlit blackenings
Raining back over to the warming of the misted-up glacier
« How could I free from this one » wind you talk about
Going on halting at each and every breath
Waxing humus skin within age cooled down up
Looking cracks mud-painted into the dark-skinned
Waves dribbled down sagging-out shining hair
Outpouring liquid draughts of imbibing brown-greys
The hollow apex to birth upcry
Slashed along the enlightening of unviolence
Does it not deny nominative fathomability
In.... the agony of dying....
This anonymity speaks
Eyes only now coruscating with might, now they look into you
The choking winds precipitate free under
The rumble storming in impatient wait
Staring back in time into this shining I
Monotone
Monotone
Monotone
Monotone
Tempestades de Verão
Olhando de canto de olho em um ângulo
Futuros assim se declarando à mercê uns dos outros
Culminamos nesta linguagem pura para que
Na sua presença nem precisaremos fugir
Dentro de um quadro constante
Enquanto pisamos na montanha de areia
Conte agora seu lado
« Capturei um vislumbre da montanha
Até joguei uma pedra na montanha
Embora em um momento pálido
Senti como se tivesse desmaiado »
Caminhando na montanha
Um espectro de poeira enrugando a corrente que saturava a terra
Veias roxas se quebrando escurecendo (o) hemisfério
Pontos oculares chicoteiam as folhas caducas aquecendo-se para o amanhecer
Ao anoitecer, traçando a curva das luas em coro agora aterradas
Agora trilhas brilhantes fugindo em
Um sedimento nascido para fertilizar uma fratura, se não o céu se reunindo
Formando a ondulação que flui em esculturas, pingentes de gelo moldados
Brilhos de luz tremendo agora padronizados, agora passados para escurecimentos iluminados pelo sol
Chovendo de volta sobre o aquecimento do glaciar embaçado
« Como eu poderia me libertar desse vento » de que você fala
Parando a cada respiração
Pele de húmus crescendo dentro da idade resfriada
Olhos fissurados pintados de barro na pele escura
Ondas escorrendo pelo cabelo brilhante que murcha
Derramando líquidos de tons marrom-acinzentados
O ápice oco para dar à luz um grito
Cortado ao longo do esclarecimento da não-violência
Não nega a compreensibilidade nominativa
Na.... agonia de morrer....
Essa anonimidade fala
Olhos agora apenas cintilando com força, agora eles olham para você
Os ventos sufocantes precipitam-se livres sob
O estrondo da tempestade em espera impaciente
Olhando de volta no tempo para este brilho que sou eu
Monótono
Monótono
Monótono
Monótono