Ölüm Kadar Soðuk II
Rüzgar yanýnda sürüklüyor gecenin sessizliðini
Yavaþça bu karanlýk mezarlýða süzülürken
Kendini ölümlü gözlerden saklayýp
Usulca sallýyor aðaçlarýn kurumuþ dallarýný
Sadece o görüyor mezarlarý bekleyen lanetli gölgeleri
Ölü bedenleri soðuk toprakta hapis tutarlarken
Yaþlý, çarpýk parmaklarýný her yana uzatýp
Sarýyor gökyüzüne uzanan kararmýþ mezar taþlarýný
Bozmuyor topraðýn üzerine çöken gece sessizliðini
Gizlice mezarlarýn içine süzülürken
Topraðýn ötesinde kendini ölü gözlerden saklayýp
Usulca sallýyor aðaçlarýn kurumuþ dallarýný
Umursamýyor bu çukurlarda titreyen gölgeleri
Karanlýðýn içinde solmaya yüz tutarlarken
Soðuk, çarpýk parmaklarýný gökyüzüne uzatýp
Arkasýnda býrakýyor sonsuz acýnýn mezar taþlarýný
Frio Como a Morte II
O vento arrasta o silêncio da noite
Enquanto desliza lentamente para este cemitério escuro
Escondendo-se dos olhares mortais
Balança suavemente os galhos secos das árvores
Só ele vê as sombras amaldiçoadas que aguardam os túmulos
Mantendo os corpos frios aprisionados na terra
Estendendo seus dedos tortos e velhos para todos os lados
Envolvendo as lápides escuras que se erguem para o céu
Não perturba o silêncio da noite que se abate sobre a terra
Enquanto desliza secretamente para dentro dos túmulos
Escondendo-se dos olhares mortos além da terra
Balança suavemente os galhos secos das árvores
Não se importa com as sombras tremulantes nesses buracos
Enquanto começam a murchar na escuridão
Estendendo seus dedos frios e tortos para o céu
Deixando para trás as lápides da dor infinita