Esa Mujer
Esa mujer desviste con,
Latidos todos los suspiros que no pude dar,
Y en su mirada inhumo mis,
Heridas sollozando, mira que no puedo más,
Esa mujer, es mi cómplice,
Cuando decide imaginar.
Esa mujer es mi boca,
Vacía que ha esperado el día de recomenzar.
Y la nostalgia de media,
Banqueta que no tiene, dueña para navegar.
Esa mujer es mi cómplice,
Tras la lluvia del cristal,
Esa mujer es un corazón,
Que esta escondido en algún mar.
Esa mujer,
Me esta llevando al borde del abismo,
No sabe que,
Le digo te amo sin jamás decirlo.
Y que, lejano de su, soledad, la escucho sollozar,
Cuando buscándome a mi, se topa con la pared,
De su cansada niñez repitiendo,
Hoy me he vuelto, a equivocar, a equivocar.
Esa mujer derruye mis,
Castillos con el dogma absurdo de nuestra amistad,
Y cuando dice que me necesita cuatro
Lagrimitas ruedan mi mirar.
Esa mujer es a quien soñé,
Surcando el miedo a naufragar,
Mi boca contra su desnudez,
Mi soledad y su soledad.
Esa mujer,
Me esta llevando al borde del abismo,
No sabe que,
Le digo te amo sin jamás decirlo.
Y que, lejano de su, soledad, la escucho sollozar,
Cuando buscándome a mi, se topa con la pared,
De su cansada niñez repitiendo,
Hoy me he vuelto, a equivocar, a equivocar.
Y yo la busco en mi fe,
Aunque me tope mil veces con esa misma pared,
Aunque solo sea, para pensar,
Que entre mis labios su piel se ha vuelto, a equivocar.
A equivocar.
Essa Mulher
Essa mulher despida com,
Batidas todos os suspiros que não pude dar,
E em seu olhar eu enterro minhas,
Feridas soluçando, vê que não aguento mais,
Essa mulher, é minha cúmplice,
Quando decide imaginar.
Essa mulher é minha boca,
Vazia que esperou o dia de recomeçar.
E a nostalgia de meia,
Calçada que não tem, dona para navegar.
Essa mulher é minha cúmplice,
Após a chuva do vidro,
Essa mulher é um coração,
Que está escondido em algum mar.
Essa mulher,
Está me levando ao limite do abismo,
Não sabe que,
Eu digo te amo sem nunca dizer.
E que, distante de sua, solidão, a escuto soluçar,
Quando me procurando, ela se depara com a parede,
De sua cansada infância repetindo,
Hoje eu me enganei de novo, me enganei de novo.
Essa mulher destrói meus,
Castelos com o dogma absurdo da nossa amizade,
E quando diz que me precisa, quatro
Lágrimas rolam no meu olhar.
Essa mulher é quem eu sonhei,
Enfrentando o medo de naufragar,
Minha boca contra sua nudez,
Minha solidão e sua solidão.
Essa mulher,
Está me levando ao limite do abismo,
Não sabe que,
Eu digo te amo sem nunca dizer.
E que, distante de sua, solidão, a escuto soluçar,
Quando me procurando, ela se depara com a parede,
De sua cansada infância repetindo,
Hoje eu me enganei de novo, me enganei de novo.
E eu a busco na minha fé,
Embora eu esbarre mil vezes com essa mesma parede,
Embora seja só, para pensar,
Que entre meus lábios sua pele se tornou, a enganar.
A enganar.