L'Appel du Sang
De terribles vents, sans passé sans éternité
battent contre les murailles du changement
mon ordre, par respect marqué par le fer
déclare l'appel enfanté par la plainte
obstacles gisant, comme tombeau d'une foi déchu
enveloppés par l'esquisse brume, s'étendent sur mon chemin
leur poussière lentement sur nos terres se déposent
étouffant les racines, souillant les rayons du noble soleil
Nous qui avons élevés nos branches si haut
Nous qui avons touchés les nuages, purifiés par leurs pluie
Sous les rayons de la lune, immolons ces débris sans âmes
La nuit et le brouillard, l'ordre vient de s'éveiller.
O Chamado do Sangue
De ventos terríveis, sem passado, sem eternidade
batem contra as muralhas da mudança
minha ordem, por respeito marcada pelo ferro
declara o chamado gerado pelo lamento
obstáculos jazendo, como túmulo de uma fé caída
envoltos pela névoa, se estendem pelo meu caminho
a poeira deles lentamente se deposita em nossas terras
sufocando as raízes, manchando os raios do nobre sol
Nós que elevamos nossos galhos tão alto
Nós que tocamos as nuvens, purificados pela sua chuva
Sob os raios da lua, imolemos esses destroços sem almas
A noite e a névoa, a ordem acaba de despertar.