Pestfinger
Ein bauer, ganz erschrocken
Sah an seiner linken
Einen pechschwarzer finger
Die pest hatte ihn gepackt
Der medicus bald zur stelle
Schaute sich das unheil an
Schüttelte den schnabel,
Gab ihm folgenden rat…
Hack' hack' den finger ab!
Und steck, steck ihn in die wand
Hack' hack' den finger ab!
Und steck, steck ihn in die wand
So hack' hack' den finger ab!
Auf dass die pest dich verlass
Hack' hack' den finger ab!
Auf dass die pest dich verlass
(es bannt die pest auf ewige zeit)
Die pest ward nun gefangen
Zwischen stein und lehm
Das loch wurde verschlossen
Mit einem starken zapfen
Oh man kann sich's denken
Das wissen verbleichte
Man zog am alten zapfen
Entfesselt war das leiden
Lasst euch dies eine lehre sein
Auf guten rat will gehört sein
In alter sag' steckt so oft
Die wahrheit in heimlicher form
Dedo da Peste
Um fazendeiro, bem assustado
Viu à sua esquerda
Um dedo negro como carvão
A peste o havia pegado
O médico logo chegou
Olhou para o infortúnio
Balançou o bico,
Deu o seguinte conselho…
Corta, corta o dedo fora!
E enfia, enfia na parede
Corta, corta o dedo fora!
E enfia, enfia na parede
Então corta, corta o dedo fora!
Para que a peste te deixe em paz
Corta, corta o dedo fora!
Para que a peste te deixe em paz
(e assim a peste é banida para sempre)
A peste agora estava presa
Entre pedra e barro
O buraco foi fechado
Com uma estaca forte
Oh, dá pra imaginar
O que se sabia se apagou
Puxaram a velha estaca
E o sofrimento foi solto
Que isso sirva de lição
Bom conselho deve ser ouvido
Na antiga história, muitas vezes
A verdade está em forma secreta