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Saída

Abonos

Izlaz

As the midnight hour awaits
The sound of silence is pounding my soul
The last vestige of hope is behind those walls
The eternal ice!
The labyrinth has broken once again
Thy has fallen by my hands
Heavenly light in the distance the time is now
Break free!

Odlazim negde gde vreme je stalo
Hocu put, hocu svetlost!
Hocu izlaz iz ove tame
Svega ovog dosta mi je
Lavirinta, bola, drame
Uzalud cekam, jos uvek trazim
Uporno zovem, niko me ne cuje
Proslost je svuda, ona goni.
Kuda nas zove, kuda vodi
Ovaj zivot bez mnogo reci?

Ponoc izvire
Nocas tesi me dusa sna
Dusa koja gradi hram
Mog svetla koje je doslo do dna

In this hour of darkness
I come forth with urge
For truth and castellation.
Mystic long forgotten tongue speaks within me
Exaudi domine vocem meam!
To this prayer I succumb,
The candles are burning colder now,
Through malice and darkness I see
Lux intenebris lucet
Lux veritatis

Kada gresnici spoznaju strah
Zidovi bola postace prah
Razapet na sopstvene lazi
Zaslepljena uz prazna obecanja
Gresna dusa izlaz uvek trazi
Kratkom molitvom pomilovanja
Kruna trnja sada me probada
Niko me ne cuje
Ona steze, sve nas veze.
Kuda seze
Ovaj zivot bez mnogo svetla?

Ponoc izvire
Nocas tesi me dusa sna
Dusa koja gradi hram
Mog svetla koje je doslo do dna

Razbijam led ovih zidina
Ostavljam vecni trag
Uskoro bice slobodan
Davno uhvacen zrak

Saída

Enquanto a hora da meia-noite se aproxima
O som do silêncio martela minha alma
O último vestígio de esperança está atrás dessas paredes
O gelo eterno!
O labirinto quebrou mais uma vez
Você caiu pelas minhas mãos
Luz celestial à distância, é agora
Liberte-se!

Estou indo pra um lugar onde o tempo parou
Quero caminho, quero luz!
Quero saída dessa escuridão
Já estou farto de tudo isso
Labirinto, dor, drama
Em vão espero, ainda procuro
Chamo insistentemente, ninguém me ouve
O passado está em todo lugar, ele persegue.
Para onde nos chama, para onde nos leva
Essa vida sem muitas palavras?

A meia-noite surge
Esta noite a alma do sonho me acalma
A alma que constrói o templo
Da minha luz que chegou ao fundo

Nesta hora de escuridão
Eu venho com urgência
Por verdade e castelo.
Uma língua mística, há muito esquecida, fala dentro de mim
Exaudi domine vocem meam!
A esta oração eu me entrego,
As velas estão queimando mais frias agora,
Através da malícia e da escuridão eu vejo
Lux intenebris lucet
Lux veritatis

Quando os pecadores conhecem o medo
As paredes da dor se tornarão pó
Crucificado em suas próprias mentiras
Cegado por promessas vazias
A alma pecadora sempre busca a saída
Com uma breve oração de perdão
A coroa de espinhos agora me fere
Ninguém me ouve
Ela aperta, nos amarra a todos.
Para onde se estende
Essa vida sem muita luz?

A meia-noite surge
Esta noite a alma do sonho me acalma
A alma que constrói o templo
Da minha luz que chegou ao fundo

Quebro o gelo dessas muralhas
Deixando uma marca eterna
Em breve serei livre
Um raio há muito capturado.

Composição: