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Uma Abertura Metódica

Aborted

A Methodical Overture

An Indomintable thirst to delve
And propagate my surgical addiction,
We have to see, we have to know
Calculus of a disorder
Intricate to my dismay...

Methodically I purse
With rusty hooks and skews
Muscles are ripped from bones
Such an eloquent bliss, my irreverence, insatiable quest for "knowledge"
So many ways, aesthetic deeds to reset the boundaries of pain

Enumeration of cadavers
Casuistry mistaken for Clairvoyance
Epitome of human filth
A mirror of masochistic guilt incarnate
I excoriate
My endless carnage

Evisceration on demand, the emetic stench of human misery
A descent into euphoria, a genocide, the path I have to take
Miscalculated dysphoria, as I bear witness the hunger doesn't fade
I am a pathogenic mystery, a plague restored with rage

The overture, merely a glimpse of what death ensues
The overture, the ending of lives so quiescent
The overture, merely a glimpse of what science lingers
The overture, the opening to a bloodbath so impending
As life becomes...

... A reminiscence of carnal decadence, abhorrent tests
In a mouldy laboratory, hemoglobin extruded
From the retched putrid life
Forms ready at my grasp
A reminiscence of what used to be, abhorrent crud
In a mouldy laboratory, hemoglobin now obsolete
The atchaic abattoir, the dawn of omega

An Indomitable thirst to delve
And propagate my addiction,
We have to see, we have to know
Calculus of a sadistic disorder
Intricate to my dismay...

The first chapter in a bloody trail
The apparatus in process to dissect
We have to bleed, we have to rot
Calculus of human nature
Pathetic to my dismay...

Uma Abertura Metódica

Uma sede indomável de explorar
E propagar minha obsessão cirúrgica,
Precisamos ver, precisamos saber
Cálculo de um transtorno
Intricado para meu desagrado...

Metodicamente eu persigo
Com ganchos enferrujados e distorções
Músculos são arrancados dos ossos
Uma felicidade tão eloquente, minha irreverência, busca insaciável por "conhecimento"
Tantas maneiras, atos estéticos para redefinir os limites da dor

Enumeração de cadáveres
Casuística confundida com clarividência
Epítome da imundície humana
Um espelho da culpa masoquista encarnada
Eu me excrucio
Meu massacre sem fim

Evisceração sob demanda, o fedor emético da miséria humana
Uma descida à euforia, um genocídio, o caminho que tenho que seguir
Dismorfia mal calculada, enquanto testemunho a fome não desaparece
Sou um mistério patogênico, uma praga restaurada com raiva

A abertura, meramente um vislumbre do que a morte traz
A abertura, o fim de vidas tão quiescentes
A abertura, meramente um vislumbre do que a ciência persiste
A abertura, a porta para um banho de sangue tão iminente
Enquanto a vida se torna...

... Uma reminiscência da decadência carnal, testes abomináveis
Em um laboratório mofado, hemoglobina extrudada
Da vida podre e imunda
Formas prontas ao meu alcance
Uma reminiscência do que costumava ser, lixo abominável
Em um laboratório mofado, hemoglobina agora obsoleta
O abatedouro arcaico, a aurora do ômega

Uma sede indomável de explorar
E propagar minha obsessão,
Precisamos ver, precisamos saber
Cálculo de um transtorno sádico
Intricado para meu desagrado...

O primeiro capítulo em uma trilha sangrenta
O aparato em processo de dissecação
Precisamos sangrar, precisamos apodrecer
Cálculo da natureza humana
Patético para meu desagrado...