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Adeus à carne

Aborted

Farewell To The Flesh

Dark abysmal scheme, a curse beyond death
I revel and fester
Devouring flesh and bone

Hating of the masses, a blight without cure
I lavishly dismember
Devouring guts and gore, rotten to the core

Voraciously impatient, a relentless need
My growing urge to feed
I am the end, of man
For I am hell, farewell to the flesh

I am sin incarnate, sin immaculate
Bringer of butchery, the birthplace of disease
Herald of misery

I am become death, portrait of humanity
The birthplace of disease
Behold my tapestry, a deranged fantasy

Devouring guts and gore, a brew I adore
For I am hell, farewell to the flesh

Nazarene, bow to me
For I am blasphemy
Nazarene, bow to me
The ultimate flattery
Nazarene, bow to me
Nazarene, bleed

A sick joke with cruel intention
The puppetry to which we're subjected
A giant farce based on false prophets
Deities praying upon the subjected

As I bid farewell to the flesh
The corpses pile up ever so fresh

As I bring desolation
Slaughtering fields of my enemies
Stricken from light, the burden of life
As I bring desolation
Slaughtering fields of my enemies
I have lived as a God and shall die as one
Farewell to the flesh

Dark abysmal scheme, a curse beyond death
I revel and fester

Devouring guts and gore, a brew I adore
For I am hell, farewell to the flesh

Adeus à carne

Esquema abismal sombrio, uma maldição além da morte
Eu me deleito e apodreço
Devorando carne e osso

Odiando as massas, uma praga sem cura
Eu desmembro generosamente
Devorando tripas e sangue, podre até o âmago

Vorazmente impaciente, uma necessidade implacável
Meu desejo crescente de alimentar
Eu sou o fim do homem
Pois eu sou o inferno, adeus à carne

Eu sou o pecado encarnado, pecado imaculado
Portador da carnificina, berço da doença
Arauto da miséria

Tornei-me morte, retrato da humanidade
O berço da doença
Eis minha tapeçaria, uma fantasia perturbada

Devorando tripas e sangue, uma bebida que eu adoro
Pois eu sou o inferno, adeus à carne

Nazareno, curve-se diante de mim
Pois eu sou uma blasfêmia
Nazareno, curve-se diante de mim
A lisonja final
Nazareno, curve-se diante de mim
Nazareno, sangre

Uma piada de mau gosto com intenção cruel
O teatro de marionetes ao qual estamos submetidos
Uma farsa gigante baseada em falsos profetas
Divindades orando sobre o sujeito

Enquanto me despeço da carne
Os cadáveres se acumulam tão frescos

Enquanto eu trago desolação
Campos de massacre dos meus inimigos
Afastado da luz, o fardo da vida
Enquanto eu trago desolação
Campos de massacre dos meus inimigos
Eu vivi como um Deus e morrerei como um
Adeus à carne

Esquema abismal sombrio, uma maldição além da morte
Eu me deleito e apodreço

Devorando tripas e sangue, uma bebida que eu adoro
Pois eu sou o inferno, adeus à carne