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Nada

Abram

Nada

No tengo nada que temer, no tengo nada que perder,
no tengo nada excepto esto, lo mejor que puedo hacer,
no tengo nada que encontrar, tampoco nada que olvidar,
solo esperar, sentir y amar un nuevo gran amanecer.

No tengo nada, solo un micrófono de plata,
una mente en llamas que la realidad retrata,
nada, solo un corazón de hojalata,
oxidado y roto por una vida non grata.
Nada, solo estas sílabas de acero,
bajo este aguacero soy el sincero hechicero,
nada, ya perdí todo en mi otra vida,
hoy, vuelvo a nacer limpio de suturas y heridas.
Calles rudas me enseñaron algo a cerca de respeto,
trabajé con trazo recto alma e intelecto,
te lo explico escueto, estudio estrofas, estadísticas,
no saben de rap, mi rap si sabe de balística.
¿Frases místicas?, no, parrafadas míticas,
Alicante explota, me sudan las críticas,
amor por, me guía, el resto son tonterías,
el hip hop no es vuestro, pero la técnica es mía.
Rap, es la vía, te lo dije ya en su día,
no, ni por la mamma mía, me vendería,
me dijo jamás te fíes de quien desconfía,
haz lo que debas, seriedad y autonomía.
Mi filosofía, está escrito en los astros,
el big bang sigue su curso, yo sigo su rastro,
me iré para siempre, después, seré olvidado,
por mis allegados dejo escrito mi legado.

[Estribillo]
No tengo nada que temer, no tengo nada que perder,
no tengo nada excepto esto, lo mejor que puedo hacer,
no tengo nada que encontrar, tampoco nada que olvidar,
solo esperar, sentir y amar un nuevo gran amanecer.(x2)

No tengo nada que ocultar, me acepto tal y como soy,
con mis virtudes y defectos, humano antes que bboy,
no tengo nadie quien odiar, no merecéis el privilegio,
a mis 26 me la suda el rap de colegio.
Pagareis el precio de vuestros propios prejuicios,
España nación de necios, prensa rosa y vicio,
conservo la esencia del inicio a transmitir,
decir algo con sentido para aquel que quiera oir.
Traigo el odio de los hijos de obrero tras una vida,
viendo llegar a sus padres, con la espalda partida,
un día y otro mas y no llegar a fin de mes,
con ojeras por madrugar y duros callos en los pies.
El gobierno pasa, mi rap agitara las masas,
pintaremos tags en los paredes de sus casas,
nos tendremos que tragar de nuevo tu arrogancia
hasta que llegue el día en que todo arda como en Francia.
Mi gente en las calles lo sabe, nos subestiman,
va de boca en boca, estaba escrito en cada esquina,
si opresión esta latente, las calles lo sienten,
los barrios lo gritan, el ambiente esta caliente.
Tatuado en las frentes, yo tan solo lo redacto,
yo tan solo hablo la mierda en el momento exacto,
nada, estoy a cero pero la autoestima intacta,
sangre de mi sangre, trae tu mierda predilecta.

[Estribillo]
No tengo nada que temer, no tengo nada que perder,
no tengo nada excepto esto, lo mejor que puedo hacer,
no tengo nada que encontrar, tampoco nada que olvidar,
solo esperar, sentir y amar un nuevo gran amanecer.(x2)

Nada

Não tenho nada que temer, não tenho nada que perder,
não tenho nada exceto isso, o melhor que posso fazer,
não tenho nada que encontrar, também nada que esquecer,
só esperar, sentir e amar um novo grande amanhecer.

Não tenho nada, só um microfone de prata,
uma mente em chamas que a realidade retrata,
nada, só um coração de lata,
oxidad e quebrado por uma vida ingrata.
Nada, só essas sílabas de aço,
bajo essa chuva sou o sincero feiticeiro,
nada, já perdi tudo na minha outra vida,
hoje, volto a nascer limpo de suturas e feridas.
Ruas duras me ensinaram algo sobre respeito,
trabalhei com traço reto, alma e intelecto,
te explico de forma direta, estudo estrofes, estatísticas,
não sabem de rap, meu rap sabe de balística.
"Frases místicas?", não, parrafadas míticas,
Alicante explode, me suam as críticas,
amor por, me guia, o resto são bobagens,
o hip hop não é seu, mas a técnica é minha.
Rap, é o caminho, já te disse um dia,
não, nem pela minha mãe, eu me venderia,
me disse nunca confie em quem desconfia,
faz o que deves, seriedade e autonomia.
Minha filosofia, está escrito nas estrelas,
o big bang segue seu curso, eu sigo suas pegadas,
irei para sempre, depois, serei esquecido,
por meus próximos deixo escrito meu legado.

[Estribillo]
Não tenho nada que temer, não tenho nada que perder,
não tenho nada exceto isso, o melhor que posso fazer,
não tenho nada que encontrar, também nada que esquecer,
só esperar, sentir e amar um novo grande amanhecer.(x2)

Não tenho nada a esconder, me aceito como sou,
com minhas virtudes e defeitos, humano antes que bboy,
não tenho ninguém para odiar, vocês não merecem o privilégio,
aos 26 me importa um caralho o rap de colégio.
Vocês pagarão o preço dos seus próprios preconceitos,
Espanha, nação de tolos, imprensa rosa e vício,
conservo a essência do início a transmitir,
dizer algo com sentido para quem quiser ouvir.
Trago o ódio dos filhos de operário após uma vida,
vendo chegar seus pais, com as costas partidas,
um dia e outro mais e não chegar ao fim do mês,
com olheiras por acordar cedo e calos duros nos pés.
O governo passa, meu rap agitará as massas,
pintaremos tags nas paredes de suas casas,
teremos que engolir de novo sua arrogância
até que chegue o dia em que tudo arda como na França.
Meu povo nas ruas sabe, nos subestimam,
vai de boca em boca, estava escrito em cada esquina,
se a opressão está latente, as ruas sentem,
os bairros gritam, o clima está quente.
Tatuado nas frentes, eu só redijo,
eu só falo a merda no momento exato,
nada, estou a zero mas a autoestima intacta,
sangue do meu sangue, traz sua merda predileta.

[Estribillo]
Não tenho nada que temer, não tenho nada que perder,
não tenho nada exceto isso, o melhor que posso fazer,
não tenho nada que encontrar, também nada que esquecer,
só esperar, sentir e amar um novo grande amanhecer.(x2)

Composição: